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Necessidade de reformar a ONU centrará debates de juristas em Cuba
A necessidade de reformar as Nações Unidas, sua visão sobre os direitos humanos e sua postura com relação às violações do Direito Internacional, motivará hoje aqui os debates de juristas de 11 países.
Fonte
Prensa Latina
Data
A necessidade de reformar as Nações Unidas, sua visão sobre os direitos humanos e sua postura com relação às violações do Direito Internacional, motivará hoje aqui os debates de juristas de 11 países.
Nesta quarta-feira no V Encontro Internacional: Escola de Verão de Havana 2011 sobre Direito Internacional Público e VII Seminário-Oficina sobre Direito Internacional Humanitário, também se analisará a responsabilidade dos Estados e o conceito de impunidade.
Na jornada de ontem da reunião -que será efetuada até o próximo dia 24 de junho no emblemático Hotel Nacional de Cuba- o professor titular do Instituto Superior de Relações Internacionais, Néstor García destacou que os Estados Unidos é o maior violador do Direito Internacional no mundo.
García recordou que Washington se envolveu em graves escândalos por seus abusos a prisioneiros em cárceres secretos, onde muitos deles permanecem confinados por tempo indefinido e sem direito a um julgamento justo.
Nesses recintos a Agência Central de Inteligência torturou réus com técnicas como o afogamento, aos quais provocavam estresse, e outras que consistiam em aplicar mudanças bruscas de temperaturas e lhes impedir de dormir, relatou o acadêmico.
Acusou a Casa Branca de violar o Direito Internacional Humanitário com os contínuos massacres de civis em países agredidos, onde usam armas sofisticadas contra escolas e hospitais, e de praticar o saque de obras de arte do patrimônio cultural dessas nações.
Os participantes concordaram em que a agressão contra a Líbia é uma aberta violação do Direito Internacional, e especificamente fica demonstrado na intenção de eliminar fisicamente o líder dessa nação norte-africana sem prévio processo judicial, em caso que o merecesse.
Questionaram os novos termos que Washington tenta cunhar neste campo quando denomina suas invasões de "intervenções humanitárias" e as vítimas fatais e lesionadas de "danos colaterais".
Nesta quarta-feira no V Encontro Internacional: Escola de Verão de Havana 2011 sobre Direito Internacional Público e VII Seminário-Oficina sobre Direito Internacional Humanitário, também se analisará a responsabilidade dos Estados e o conceito de impunidade.
Na jornada de ontem da reunião -que será efetuada até o próximo dia 24 de junho no emblemático Hotel Nacional de Cuba- o professor titular do Instituto Superior de Relações Internacionais, Néstor García destacou que os Estados Unidos é o maior violador do Direito Internacional no mundo.
García recordou que Washington se envolveu em graves escândalos por seus abusos a prisioneiros em cárceres secretos, onde muitos deles permanecem confinados por tempo indefinido e sem direito a um julgamento justo.
Nesses recintos a Agência Central de Inteligência torturou réus com técnicas como o afogamento, aos quais provocavam estresse, e outras que consistiam em aplicar mudanças bruscas de temperaturas e lhes impedir de dormir, relatou o acadêmico.
Acusou a Casa Branca de violar o Direito Internacional Humanitário com os contínuos massacres de civis em países agredidos, onde usam armas sofisticadas contra escolas e hospitais, e de praticar o saque de obras de arte do patrimônio cultural dessas nações.
Os participantes concordaram em que a agressão contra a Líbia é uma aberta violação do Direito Internacional, e especificamente fica demonstrado na intenção de eliminar fisicamente o líder dessa nação norte-africana sem prévio processo judicial, em caso que o merecesse.
Questionaram os novos termos que Washington tenta cunhar neste campo quando denomina suas invasões de "intervenções humanitárias" e as vítimas fatais e lesionadas de "danos colaterais".
