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Nobel da paz soma assinatura em defesa de Cuba
O prêmio Nobel da paz, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, subscreveu um apelo no qual mais de 12.500 personalidades de todo o mundo recusam a campanha mediática contra Cuba.
Fonte
Prensa Latina
Data
O prêmio Nobel da paz, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, subscreveu um apelo no qual mais de 12.500 personalidades de todo o mundo recusam a campanha mediática contra Cuba.
Pérez Esquivel referendou ontem as iniciativas dos capítulos mexicano e brasileiro da rede Em Defesa de Cuba em rejeição à cruzada contra Havana procedente da Casa Branca e da Europa, conforme destacou hoje o diário Granma.
"Os meios de comunicação que incomunicam buscam impor uma visão condicionada e restringida de acordo com seus interesses políticos", denunciou o intelectual argentino.
Ao mesmo tempo (esses meios) "guardam silêncio sobre a solidariedade de Cuba aos povos mais precisados, entre eles Haiti, e sobre os avanços do povo cubano e o bloqueio infame dos Estados Unidos", expôs.
De acordo com a própria fonte, o documento foi assinado pelo jurista norte-americano e organizador de eventos artísticos Bill Martínez, quem nos últimos anos tem encabeçado um programa para a normalização dos laços culturais entre Washington e Havana.
O texto, subscrito também pelo presidente boliviano Evo Morales, recusou a condenação imposta pelo Parlamento Europeu no último 11 de março a Cuba pela morte do preso comum Orlando Zapata Tamayo.
Para os firmantes trata-se de justificar uma intromissão nos assuntos internos do povo cubano manipulando mediaticamente o caso de Zapata Tamayo, falecido depois de uma greve de fome na qual fazia demandas absurdas, de acordo com fontes oficiais.
Tal ação, continuou o documento na página www.porcuba.org, coincide com as políticas contra insurgentes aplicadas para deter ou distorcer os processos de transformação emancipadora em marcha na América Latina.
Pérez Esquivel referendou ontem as iniciativas dos capítulos mexicano e brasileiro da rede Em Defesa de Cuba em rejeição à cruzada contra Havana procedente da Casa Branca e da Europa, conforme destacou hoje o diário Granma.
"Os meios de comunicação que incomunicam buscam impor uma visão condicionada e restringida de acordo com seus interesses políticos", denunciou o intelectual argentino.
Ao mesmo tempo (esses meios) "guardam silêncio sobre a solidariedade de Cuba aos povos mais precisados, entre eles Haiti, e sobre os avanços do povo cubano e o bloqueio infame dos Estados Unidos", expôs.
De acordo com a própria fonte, o documento foi assinado pelo jurista norte-americano e organizador de eventos artísticos Bill Martínez, quem nos últimos anos tem encabeçado um programa para a normalização dos laços culturais entre Washington e Havana.
O texto, subscrito também pelo presidente boliviano Evo Morales, recusou a condenação imposta pelo Parlamento Europeu no último 11 de março a Cuba pela morte do preso comum Orlando Zapata Tamayo.
Para os firmantes trata-se de justificar uma intromissão nos assuntos internos do povo cubano manipulando mediaticamente o caso de Zapata Tamayo, falecido depois de uma greve de fome na qual fazia demandas absurdas, de acordo com fontes oficiais.
Tal ação, continuou o documento na página www.porcuba.org, coincide com as políticas contra insurgentes aplicadas para deter ou distorcer os processos de transformação emancipadora em marcha na América Latina.
