As organizações de emigração patriótica cubana e latino-americana que integram a Coalizão Alianza Martiana na cidade norte-americana de Miami, Flórida, reiteraram a exigência do novo governo do presidente Joe Biden de restabelecer os laços com o maior dos as Antilhas, com base no respeito mútuo.
Por isso, expressaram, nosso pedido não se refere apenas à normalização das relações entre os Estados Unidos e Cuba tal como existiam sob o mandato de Barack Obama (2009-2017), mas também exigimos o fim do cerco que eles têm impôs arbitrariamente as sucessivas administrações norte-americanas ao povo da ilha por quase seis décadas.
O bloqueio é uma medida genocida, segundo a definição sobre o assunto assumida pelas Nações Unidas, afirmaram. A esse respeito, indicaram que são numerosos os setores progressistas, acadêmicos, políticos e comerciais que, naquele país e em todo o mundo, solicitaram ao novo governo o restabelecimento de relações justas com Cuba.
A propósito, acrescentaram, o senador democrata do Oregon Ron Wyden, que chefia o Comitê de Finanças da Câmara Alta do Congresso, apresentou recentemente um projeto de lei que eliminaria todas as leis existentes que impedem os laços comerciais com Cuba e apóiam o bloqueio, incluindo os chamados Helms -Burton.
O governo Trump agiu despoticamente contra esse povo insular, aprovando durante seu terrível mandato mais de 240 disposições adversas à nação caribenha, nestes tempos terríveis de choques econômicos devido à terrível epidemia que afeta a todos nós, declararam.
Por essa razão primária, argumentaram, exigimos urgência do governo Biden na implementação das medidas que facilitem relações justas com Cuba.
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Organizações dos EUA dizem sim às relações com Cuba
Fonte
Prensa Latina
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