Pastores pela Paz preparam próxima caravana a Cuba
Por vigésima ocasião, a organização estadunidense Pastores pela Paz desafiará o bloqueio econômico de Washington contra Cuba com uma caravana humanitária que partirá em três de julho com destino a Havana.
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AIN
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Por vigésima ocasião, a organização estadunidense Pastores pela Paz desafiará o bloqueio econômico de Washington contra Cuba com uma caravana humanitária que partirá em três de julho com destino a Havana.
 
Os integrantes da caravana visitarão 140 cidades da América do Norte com o fim de coletar ajuda humanitária para o povo cubano e informar sobre o bloqueio econômico, financeiro e comercial que Washington mantém contra a nação caribenha por quase cinco décadas.
 
A caravana começará no Canadá em três de julho, percorrera território estadunidenses e uma vez em Cuba seus membros participarão durante nove dias em atividades educativas e culturais.
 
O anúncio foi feito pelas comunidades de solidariedade com Cuba na cidade canadense de Vancouver em um comunicado na Internet, que explica que mais de 100 pessoas se unem a cada ano à iniciativa de Pastores pela Paz (www.pastorsforpeace.org) para ajudar ao povo cubano, vítima do bloqueio imposto pelos Estados Unidos.
 
Para informar aos futuros membros do Canadá os grupos de solidariedade organizaram uma atividade cultural com fotos de caravanas anteriores e o documental de Pastores pela Paz contra o bloqueio estadunidense, titulado Quem teme ao pequeno ônibus amarelo? O lema da atividade foi “Une-te à Caravana 2009 de Pastores pela Paz a Cuba”.
 
Nos últimos anos Pastores pela Paz, membro da Fundação Inter-religiosa para a Comunidade (IFCO), tem trazido ajuda humanitária a Cuba, incluindo materiais escolares, meios de computação, ambulâncias e ônibus escoares, apesar das medidas de pressão exercidas por Washington nas fronteiras com México, desde onde partem os caravanistas para Havana.
 
O Reverendo Lucius Walker, à frente de Pastores pela Paz, tem reiterado sua condenação ao bloqueio econômico, comercial e financeiro que Washington mantém contra Cuba desde faz quase 50 anos.