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Presidente cubano exorta as mulheres a assumirem cargos de direção
O presidente cubano Raúl Castro exortou as mulheres a trabalharem gradualmente no sentido de “ocupar cargos de decisão que correspondem ao nível econômico, político e social do país”.
Fonte
AIN
Data
O presidente cubano Raúl Castro exortou as mulheres a trabalharem gradualmente no sentido de “ocupar cargos de decisão que correspondem ao nível econômico, político e social do país”.
A declaração foi feita por Raúl, durante no encerramento do 8º Congresso da Federação de Mulheres Cubanas realizado no fim de semana em Havana.
“É uma vergonha que, com todos os avanços obtidos pelas mulheres, que detêm 60 por cento dos postos de trabalho do país, estejam tão pouco representadas na liderança”, disse ele.
Um dos temas abordados por várias mulheres durante sua reunião, concluída neste domingo, foi sua inconformidade com o pequeno número de mulheres em cargos públicos.
Segundo as estatísticas contidas no Relatório Central do Congresso, graças aos planos nacionais de ação para cumprir as exigências da Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher (Pequim, 1995), desde 2000 o número de mulheres em cargos dirigentes aumentou em seis por cento.
Este avanço não é insignificante, mas tampouco é extraordinário, salienta Granma em sua informação desta segunda-feira. Aliás, revela, segundo a mesma fonte, os incríveis tabus que ainda existem ao respeito, mesmo havendo uma política nesse sentido.
A composição dos governos municipais, onde o número de líderes do sexo feminino é muito baixo, sugere o quanto é preciso educar homens e mulheres, para dar a elas as posições que merecem.
No nível de governos provinciais, a situação não é tão crítica, pois as mulheres ocupam mais de um terço dos cargos importantes.
Do mesmo modo, segundo as estatísticas da União Inter-Parlamentar, o órgão legislativo de Cuba tem uma das percentagens mais elevadas de representação de mulheres no mundo.
A declaração foi feita por Raúl, durante no encerramento do 8º Congresso da Federação de Mulheres Cubanas realizado no fim de semana em Havana.
“É uma vergonha que, com todos os avanços obtidos pelas mulheres, que detêm 60 por cento dos postos de trabalho do país, estejam tão pouco representadas na liderança”, disse ele.
Um dos temas abordados por várias mulheres durante sua reunião, concluída neste domingo, foi sua inconformidade com o pequeno número de mulheres em cargos públicos.
Segundo as estatísticas contidas no Relatório Central do Congresso, graças aos planos nacionais de ação para cumprir as exigências da Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher (Pequim, 1995), desde 2000 o número de mulheres em cargos dirigentes aumentou em seis por cento.
Este avanço não é insignificante, mas tampouco é extraordinário, salienta Granma em sua informação desta segunda-feira. Aliás, revela, segundo a mesma fonte, os incríveis tabus que ainda existem ao respeito, mesmo havendo uma política nesse sentido.
A composição dos governos municipais, onde o número de líderes do sexo feminino é muito baixo, sugere o quanto é preciso educar homens e mulheres, para dar a elas as posições que merecem.
No nível de governos provinciais, a situação não é tão crítica, pois as mulheres ocupam mais de um terço dos cargos importantes.
Do mesmo modo, segundo as estatísticas da União Inter-Parlamentar, o órgão legislativo de Cuba tem uma das percentagens mais elevadas de representação de mulheres no mundo.