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Promissor futuro para relações entre Cuba e África do Sul
O futuro das relações entre Cuba e África do Sul é promissor, a partir da história de lutas vividas em comum, assegurou aqui o embaixador cubano nesta capital Ángel Villa.
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PL
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O futuro das relações entre Cuba e África do Sul é promissor, a partir da história de lutas vividas em comum, assegurou aqui o embaixador cubano nesta capital Ángel Villa.
Ao presente, declarou à Prensa Latina, ambas nações transitam pelo caminho da consolidação de suas relações bilaterais, o qual está avalado por seu dinamismo em quase todas as esferas possíveis.
Por exemplo, disse, são fortes as relações governamentais e também as políticas, que se expressam nos ativos intercâmbios entre o ANC e o Partido Comunista Sul-africano com o Partido Comunista de Cuba.
Assim mesmo existem importantes vínculos entre as centrais sindicais COSATU e a cubana (CTC), bem como entre seus sindicatos entre si.
Atualmente, detalhou Villa, identificou-se ao terreno econômico-comercial como a área onde há possibilidades de aproveitar o potencial existente, apesar de causas objetivas que limitam o comércio, como a ausência de linhas regulares de transporte entre ambos países.
Também existem relações intensas no campo da cooperação, onde a presença dos médicos cubanos no país africano desde 1996 marcou uma meta ao prover de importantes serviços de saúde a populações despossuídas, disse.
A respeito, acrescentou o embaixador que o governo cubano definiu em seu momento que a melhor cooperação de Cuba com a África do Sul nesse campo devia incluir a formação dos próprios recursos humanos do país africano.
Desse conceito surgiu outorgar de bolsas de medicina, que para julho de 2009 terá dotado a África do Sul a mais de 200 jovens médicos, procedentes fundamentalmente de áreas rurais e famílias humildes.
Isto é considerado como uma dos maiores lucros das relações, ressaltou.
A todo isso se soma a cooperação de um grupo de profissionais cubanos da construção, quem assessoram a seus colegas sulafricanos em programas governamentais de moradias para populações pobres, bem como em diversas obras públicas na maioria das províncias sulafricanas.
Por outra parte, disse, a África do Sul sempre nos apoiou nos organismos internacionais, onde se destaca sua firme posição na contramão do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, da manipulação e seletividade no tema dos direitos humanos, entre outros aspectos.
Podemos assegurar, sustentou o embaixador, que a África do Sul se ratifica como um importante amigo e aliado de Cuba, o qual se pôs de manifesto novamente durante a visita do Vice-presidente do Conselho de Estado cubano, Esteban Lazo, em ocasião da tomada de posição do presidente Jacob Zuma.
Ao presente, declarou à Prensa Latina, ambas nações transitam pelo caminho da consolidação de suas relações bilaterais, o qual está avalado por seu dinamismo em quase todas as esferas possíveis.
Por exemplo, disse, são fortes as relações governamentais e também as políticas, que se expressam nos ativos intercâmbios entre o ANC e o Partido Comunista Sul-africano com o Partido Comunista de Cuba.
Assim mesmo existem importantes vínculos entre as centrais sindicais COSATU e a cubana (CTC), bem como entre seus sindicatos entre si.
Atualmente, detalhou Villa, identificou-se ao terreno econômico-comercial como a área onde há possibilidades de aproveitar o potencial existente, apesar de causas objetivas que limitam o comércio, como a ausência de linhas regulares de transporte entre ambos países.
Também existem relações intensas no campo da cooperação, onde a presença dos médicos cubanos no país africano desde 1996 marcou uma meta ao prover de importantes serviços de saúde a populações despossuídas, disse.
A respeito, acrescentou o embaixador que o governo cubano definiu em seu momento que a melhor cooperação de Cuba com a África do Sul nesse campo devia incluir a formação dos próprios recursos humanos do país africano.
Desse conceito surgiu outorgar de bolsas de medicina, que para julho de 2009 terá dotado a África do Sul a mais de 200 jovens médicos, procedentes fundamentalmente de áreas rurais e famílias humildes.
Isto é considerado como uma dos maiores lucros das relações, ressaltou.
A todo isso se soma a cooperação de um grupo de profissionais cubanos da construção, quem assessoram a seus colegas sulafricanos em programas governamentais de moradias para populações pobres, bem como em diversas obras públicas na maioria das províncias sulafricanas.
Por outra parte, disse, a África do Sul sempre nos apoiou nos organismos internacionais, onde se destaca sua firme posição na contramão do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba, da manipulação e seletividade no tema dos direitos humanos, entre outros aspectos.
Podemos assegurar, sustentou o embaixador, que a África do Sul se ratifica como um importante amigo e aliado de Cuba, o qual se pôs de manifesto novamente durante a visita do Vice-presidente do Conselho de Estado cubano, Esteban Lazo, em ocasião da tomada de posição do presidente Jacob Zuma.
