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Raúl Castro: Qualquer negociação entre Cuba e os E.U. deve partir do respeito absoluto
O presidente cubano Raúl Castro Ruz reiterou na Bahia, a disposição de Cuba de sentar-se à mesa do diálogo com os Estados Unidos, desde que seja a partir do respeito, “sem a posição do garrote e a cenoura” e em igualdade de condições.
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ACN
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O presidente cubano Raúl Castro Ruz reiterou na Bahia, a disposição de Cuba de sentar-se à mesa do diálogo com os Estados Unidos, desde que seja a partir do respeito, “sem a posição do garrote e a cenoura” e em igualdade de condições.
“Não faremos concessões, a época dos gestos unilaterais acabou: gesto por gesto ou nada. Cuba não agrediu os Estados Unidos, foi o nosso povo que sofreu agressões de todo tipo”, declarou enfático o presidente, pouco tempo depois de chegar ao aeroporto de Salvador (BA), na tarde desta segunda-feira.
Lá o líder cubano participa da Cimeira da América Latina e o Caribe sobre Integração e Desenvolvimento (CALCA), que se desenvolve durante estes dois dias.
Ante a insistência de uma jornalista sobre a disposição cubana ao diálogo, recordou que assim o afirmou de maneira pública em três ocasiões, a última em seu discurso pelo aniversário 50 do desembarco do iate Granma, em 02 de dezembro de 2006.
Teremos paciência para esperar, afirmou, igual que resistimos quase 50 anos de bloqueio. Se não se resolve agora, seguiremos à espera. Mesmo assim, afirmou, não é fácil manter o bloqueio na atual conjuntura.
Qualquer negociação entre Cuba e os Estados Unidos deve partir do respeito absoluto à soberania cubana, afirmou Raúl, citado nesta terça pelo jornal Granma.
A reunião de mandatários latino-americanos e caribenhos tem por sede o Centro de Convenções do resort Costa de Sauípe, com uma extensão de 172 hectares e 1 596 habitações, onde ficam hospedadas as delegações participantes.
A sua chegada ao hotel Conventions, Raúl ofereceu declarações a jornalistas da mídia internacional que o aguardavam.
Ao ser perguntando sobre suas expectativas quanto à Cúpula, o líder cubano afirmou que era muito importante por ser a primeira vez que se reuniam ao máximo nível todos os países da América Latina e o Caribe, sem a presença de outros, para trabalharem pela integração e o desenvolvimento. E agregou que se trata de um caminho longo e complexo, mas como diz o provérbio chinês: “o caminho mais longo começa com o primeiro passo”.
O presidente cubano também foi convidado a participar, junto aos mandatários da Guiana, Suriname, México e Panamá, da XXXVI Cimeira do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), que se celebrou na terça-feira de manhã e na mesma sede de CALCA.
Em chegando ao Brasil, Raúl foi recebido no aeroporto internacional Deputado Luis Eduardo Magalhães, pelo Sr. George Monteiro Pratta, chefe de Protocolo do Itamaraty, e o Sr. Bernardo Pericás Netto, embaixador brasileiro em Cuba.
Acompanham Raúl nesta viagem à Bahia Ricardo Cabrisas Ruiz, vice-presidente do Conselho de Ministros; Felipe Pérez Roque e Rodrigo Malmierca Díaz, ministros das Relações Exteriores, e o Investimento Estrangeiro e a Colaboração Econômica, respectivamente; Osvaldo Martínez Martínez, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos da Assembléia Nacional do Poder Popular, e Pedro Núñez Mosquera, embaixador de Cuba no Brasil.
“Não faremos concessões, a época dos gestos unilaterais acabou: gesto por gesto ou nada. Cuba não agrediu os Estados Unidos, foi o nosso povo que sofreu agressões de todo tipo”, declarou enfático o presidente, pouco tempo depois de chegar ao aeroporto de Salvador (BA), na tarde desta segunda-feira.
Lá o líder cubano participa da Cimeira da América Latina e o Caribe sobre Integração e Desenvolvimento (CALCA), que se desenvolve durante estes dois dias.
Ante a insistência de uma jornalista sobre a disposição cubana ao diálogo, recordou que assim o afirmou de maneira pública em três ocasiões, a última em seu discurso pelo aniversário 50 do desembarco do iate Granma, em 02 de dezembro de 2006.
Teremos paciência para esperar, afirmou, igual que resistimos quase 50 anos de bloqueio. Se não se resolve agora, seguiremos à espera. Mesmo assim, afirmou, não é fácil manter o bloqueio na atual conjuntura.
Qualquer negociação entre Cuba e os Estados Unidos deve partir do respeito absoluto à soberania cubana, afirmou Raúl, citado nesta terça pelo jornal Granma.
A reunião de mandatários latino-americanos e caribenhos tem por sede o Centro de Convenções do resort Costa de Sauípe, com uma extensão de 172 hectares e 1 596 habitações, onde ficam hospedadas as delegações participantes.
A sua chegada ao hotel Conventions, Raúl ofereceu declarações a jornalistas da mídia internacional que o aguardavam.
Ao ser perguntando sobre suas expectativas quanto à Cúpula, o líder cubano afirmou que era muito importante por ser a primeira vez que se reuniam ao máximo nível todos os países da América Latina e o Caribe, sem a presença de outros, para trabalharem pela integração e o desenvolvimento. E agregou que se trata de um caminho longo e complexo, mas como diz o provérbio chinês: “o caminho mais longo começa com o primeiro passo”.
O presidente cubano também foi convidado a participar, junto aos mandatários da Guiana, Suriname, México e Panamá, da XXXVI Cimeira do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), que se celebrou na terça-feira de manhã e na mesma sede de CALCA.
Em chegando ao Brasil, Raúl foi recebido no aeroporto internacional Deputado Luis Eduardo Magalhães, pelo Sr. George Monteiro Pratta, chefe de Protocolo do Itamaraty, e o Sr. Bernardo Pericás Netto, embaixador brasileiro em Cuba.
Acompanham Raúl nesta viagem à Bahia Ricardo Cabrisas Ruiz, vice-presidente do Conselho de Ministros; Felipe Pérez Roque e Rodrigo Malmierca Díaz, ministros das Relações Exteriores, e o Investimento Estrangeiro e a Colaboração Econômica, respectivamente; Osvaldo Martínez Martínez, presidente da Comissão de Assuntos Econômicos da Assembléia Nacional do Poder Popular, e Pedro Núñez Mosquera, embaixador de Cuba no Brasil.
