Raúl Castro salienta relações bilaterais Cuba-Namíbia
O presidente cubano Raúl Castro disse em sua recente visita à Namíbia, que esta contribuiria para o reforço das relações políticas e de cooperação entre ambos os países.
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AIN
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O presidente cubano Raúl Castro disse em sua recente visita à Namíbia, que esta contribuiria para o reforço das relações políticas e de cooperação entre ambos os países.
 
Após ser recebido pelo de presidente Hifikepunye Lucas Pohamba, que lhe fez o convite para visitar o país, Raúl assinalou que o intercâmbio com seu homólogo da Namíbia corroborada mais uma vez que ambos os países partilham critérios semelhantes em temas que são o centro da preocupação da Humanidade.
 
O chefe de estado cubano descreveu como indestrutível as relações de amizade, que unem os povos cubano e namíbio; tais relações foram formadas sob o guia de dois homens como Fidel Castro e Sam Nujoma, durante a longa luta contra o racismo e a favor da independência, afirmou.
 
Raúl Castro salientou que sua visita à nação africana irá consolidar os laços de cooperação, em meio ao enorme desafio de manter a soberania, preservar a paz e promover o desenvolvimento econômico e social das duas nações, informou o jornal Granma.
 
Durante a visita à Namíbia, o presidente cubano e sua delegação foram agasalhados com uma ceia oficial pelo atual líder namíbio. Nela esteve presente o líder histórico da Namíbia, Sam Nujoma, amigo de Cuba de longa-data.
 
Nas suas palavras de boas-vindas o presidente recordou a assistência desinteressada dada pela Revolução cubana, dirigida naquele momento por Fidel Castro, quando a Namíbia lutava contra o regime da apartheid e pelo seu direito à autodeterminação.
 
Pohamba lembrou que os milhares de profissionais da Namíbia formados em Cuba, juntamente com a colaboração de Cuba em campos como saúde, foram fatores-chave para o desenvolvimento do seu país. Ele também ratificou a firme rejeição de sua nação do bloqueio econômico dos E.U. contra Cuba e apoiou a exigência de libertação dos cinco combatentes antiterroristas cubanos detidos em prisões do país do norte, por cerca de 10 anos.