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Regressa Lula ao Brasil, depois de viagem por cinco países
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega esta madrugada ao Brasil, depois de uma gira de uma semana por Rússia, Qatar, Irã, Espanha e Portugal, cujo ponto culminante foi o acordo atingido com Irã.
Fonte
Prensa Latina
Data
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chega esta madrugada ao Brasil, depois de uma gira de uma semana por Rússia, Qatar, Irã, Espanha e Portugal, cujo ponto culminante foi o acordo atingido com Irã.
Na Rússia, Lula participou na assinatura do Plano de Ação da Aliança Estratégica entre ambos países que recolhe as esferas fundamentais da cooperação em busca de dar um salto qualitativo no comércio bilateral, nos ramos aeroespacial, comunicações, alta tecnologia e energética.
Rússia e Brasil assinaram outros cinco acordos e os presidentes russo, Dmitri Medvedev, e Lula assinaram a Declaração Conjunta, dedicada ao aniversário 65 da vitória sobre o fascismo na II Guerra Mundial, na qual esta nação sul-americana fez parte da aliança antihitleriana com uns 25 mil soldados.
Em uma rápida visita a Doha, Qatar, o mandatário brasileiro reuniu-se com as mais altas autoridades dessa nação e participou na assinatura de diversos acordos destinados a ampliar a colaboração, o intercâmbio comercial e os investimentos.
Durante sua estada em Teerã, a qual gerou grande expectativa, Brasil, Turquia e Irã atingiram um acordo de 10 pontos, no qual a nação persa aceita pela primeira vez por escrito o compromisso de realizar fora de seu território a troca de urânio levemente enriquecido por combustível nuclear para seu Reator de Pesquisas.
Apesar de que o documento recolhe e responde a proposta das potências ocidentais, principalmente dos Estados Unidos, em outubro passado a Irã através do Organismo Internacional da Energia Atômica, um dia após esse acordo tripartito Washington convocou de urgência ao Conselho de Segurança de Nações Unidas e apresentou um novo pacote de medidas contra Teerã.
Não obstante assegurar em reiteradas ocasiões que seu programa nuclear persegue fins pacíficos e humanitários, essas potências ocidentais, lideradas por Estados Unidos, fazem questão de que o governo iraniano quer fabricar a bomba atômica.
Essa situação provocou a advertência de Lula que "se a ONU continua assim, vamos ter um problema sério de governança global" e fez questão da necessidade de uma reforma urgente e profunda desse organismo mundial, no que -apontou- "são necessários mais atores, mais negociações e mais disposição para dialogar".
As Nações Unidas, prosseguiu, representam o mundo político de 1945 e não o de 2010, tem que mudar, precisa considerar a existência de outras nações e sublinhou que "Brasil quer ser um ator global porque não concorda com a atual governança mundial".
De Teerã, o presidente brasileiro viajou a Madri, Espanha onde participou na sexta Cúpula América Latina e Caribe-União Europeia (ALC-UE) sob o lema Rumo a uma nova etapa da associação bi-regional: inovação e tecnologia para o desenvolvimento sustentável e a inclusão social.
Na capital espanhola, Lula participou também da Cúpula do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e a UE, onde se anunciou o reinicio das negociações para a conclusão do acordo de associação entre os dois blocos regionais.
Daí, o mandatário viajou a Lisboa, onde coincidiu à décima Cúpula Brasil-Portugal, se reuniu com o presidente Aníbal Cavaco Silva, e o premiê José Sócrates e participou na assinatura de cinco acordo de cooperação em diversas áreas.
Na Rússia, Lula participou na assinatura do Plano de Ação da Aliança Estratégica entre ambos países que recolhe as esferas fundamentais da cooperação em busca de dar um salto qualitativo no comércio bilateral, nos ramos aeroespacial, comunicações, alta tecnologia e energética.
Rússia e Brasil assinaram outros cinco acordos e os presidentes russo, Dmitri Medvedev, e Lula assinaram a Declaração Conjunta, dedicada ao aniversário 65 da vitória sobre o fascismo na II Guerra Mundial, na qual esta nação sul-americana fez parte da aliança antihitleriana com uns 25 mil soldados.
Em uma rápida visita a Doha, Qatar, o mandatário brasileiro reuniu-se com as mais altas autoridades dessa nação e participou na assinatura de diversos acordos destinados a ampliar a colaboração, o intercâmbio comercial e os investimentos.
Durante sua estada em Teerã, a qual gerou grande expectativa, Brasil, Turquia e Irã atingiram um acordo de 10 pontos, no qual a nação persa aceita pela primeira vez por escrito o compromisso de realizar fora de seu território a troca de urânio levemente enriquecido por combustível nuclear para seu Reator de Pesquisas.
Apesar de que o documento recolhe e responde a proposta das potências ocidentais, principalmente dos Estados Unidos, em outubro passado a Irã através do Organismo Internacional da Energia Atômica, um dia após esse acordo tripartito Washington convocou de urgência ao Conselho de Segurança de Nações Unidas e apresentou um novo pacote de medidas contra Teerã.
Não obstante assegurar em reiteradas ocasiões que seu programa nuclear persegue fins pacíficos e humanitários, essas potências ocidentais, lideradas por Estados Unidos, fazem questão de que o governo iraniano quer fabricar a bomba atômica.
Essa situação provocou a advertência de Lula que "se a ONU continua assim, vamos ter um problema sério de governança global" e fez questão da necessidade de uma reforma urgente e profunda desse organismo mundial, no que -apontou- "são necessários mais atores, mais negociações e mais disposição para dialogar".
As Nações Unidas, prosseguiu, representam o mundo político de 1945 e não o de 2010, tem que mudar, precisa considerar a existência de outras nações e sublinhou que "Brasil quer ser um ator global porque não concorda com a atual governança mundial".
De Teerã, o presidente brasileiro viajou a Madri, Espanha onde participou na sexta Cúpula América Latina e Caribe-União Europeia (ALC-UE) sob o lema Rumo a uma nova etapa da associação bi-regional: inovação e tecnologia para o desenvolvimento sustentável e a inclusão social.
Na capital espanhola, Lula participou também da Cúpula do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e a UE, onde se anunciou o reinicio das negociações para a conclusão do acordo de associação entre os dois blocos regionais.
Daí, o mandatário viajou a Lisboa, onde coincidiu à décima Cúpula Brasil-Portugal, se reuniu com o presidente Aníbal Cavaco Silva, e o premiê José Sócrates e participou na assinatura de cinco acordo de cooperação em diversas áreas.
