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Resistência convocou a 121 jornada contra golpe militar em Honduras
A Frente Nacional contra o golpe de Estado de Honduras convocou para hoje sua 121 jornada consecutiva contra a ação militar e para demandar a restituição da institucionalidade democrática.
Fonte
Prensa Latina
Data
A Frente Nacional contra o golpe de Estado de Honduras convocou para hoje sua 121 jornada consecutiva contra a ação militar e para demandar a restituição da institucionalidade democrática.
As manifestações desta segunda-feira na capital e no restante do país foram decididas em uma reunião da direção nacional e referendadas em uma assembleia das bases neste domingo.
O coordenador geral dessa ampla aliança de forças sociais e políticas, Juan Barahona, recusou por inconstitucionalidade uma ordem do governo de facto que obriga solicitar permissões para as atividades públicas.
Barahona disse, num ato de ontem, que a Carta Magna estabelece a liberdade de manifestação, bem como o direito dos hondurenhos à desobediência diante de um regime imposto pela força das armas.
O presidente constitucional, Manuel Zelaya, chamou também a manter a resistência pacífica contra o golpe militar que o derrocou no passado 28 de junho.
A razão nos acompanha, não aqueles que violam os direitos do povo, disse o estadista, que regressou de surpresa ao país em 21 de setembro e chamou o diálogo na embaixada do Brasil, onde se encontra.
Zelaya afirmou que a resistência dos hondurenhos não é violenta e assim conseguirão dar um exemplo ao mundo de como se derrota um golpe de Estado por vias pacíficas.
Barahona informou que a direção nacional se reuniu para analisar a situação do país e analisar as ações da resistência para reverter a ação militar golpista.
Agregou que um dos acordos foi ratificar que se o presidente Zelaya não for restituído no posto, não terá eleições no dia 29 de novembro diante do repúdio da maioria do povo.
Barahona assinalou que os candidatos independentes e do Partido Unificação Democrática, dos setores do Liberal e do Inovação e Unidade Social Democrata opostos ao golpe, já adiantaram seu retiro das eleições se Zelaya não for restituído.
Indicou que há múltiplas iniciativas da resistência para impedir que a ditadura militar consiga sua tentativa de buscar uma legalidade aparente mediante as eleições.
Informou que a direção nacional reafirmou que prosseguirá a luta para conseguir a restituição da ordem constitucional e do presidente Zelaya, e a convocação de uma assembleia nacional constituinte.
Disso não vamos desistir. Ainda com toda a repressão que nos lançaram nas últimas semanas, não vamos abandonar as ruas, assegurou.
As manifestações desta segunda-feira na capital e no restante do país foram decididas em uma reunião da direção nacional e referendadas em uma assembleia das bases neste domingo.
O coordenador geral dessa ampla aliança de forças sociais e políticas, Juan Barahona, recusou por inconstitucionalidade uma ordem do governo de facto que obriga solicitar permissões para as atividades públicas.
Barahona disse, num ato de ontem, que a Carta Magna estabelece a liberdade de manifestação, bem como o direito dos hondurenhos à desobediência diante de um regime imposto pela força das armas.
O presidente constitucional, Manuel Zelaya, chamou também a manter a resistência pacífica contra o golpe militar que o derrocou no passado 28 de junho.
A razão nos acompanha, não aqueles que violam os direitos do povo, disse o estadista, que regressou de surpresa ao país em 21 de setembro e chamou o diálogo na embaixada do Brasil, onde se encontra.
Zelaya afirmou que a resistência dos hondurenhos não é violenta e assim conseguirão dar um exemplo ao mundo de como se derrota um golpe de Estado por vias pacíficas.
Barahona informou que a direção nacional se reuniu para analisar a situação do país e analisar as ações da resistência para reverter a ação militar golpista.
Agregou que um dos acordos foi ratificar que se o presidente Zelaya não for restituído no posto, não terá eleições no dia 29 de novembro diante do repúdio da maioria do povo.
Barahona assinalou que os candidatos independentes e do Partido Unificação Democrática, dos setores do Liberal e do Inovação e Unidade Social Democrata opostos ao golpe, já adiantaram seu retiro das eleições se Zelaya não for restituído.
Indicou que há múltiplas iniciativas da resistência para impedir que a ditadura militar consiga sua tentativa de buscar uma legalidade aparente mediante as eleições.
Informou que a direção nacional reafirmou que prosseguirá a luta para conseguir a restituição da ordem constitucional e do presidente Zelaya, e a convocação de uma assembleia nacional constituinte.
Disso não vamos desistir. Ainda com toda a repressão que nos lançaram nas últimas semanas, não vamos abandonar as ruas, assegurou.
