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Ricardo AlarconA Revolução começou com a primeira guerra da independência, disse Ricardo Alarcón
A Revolução começou há 140 anos, com a primeira guerra da independência, disse Ricardo Alarcón de Quesada, presidente da Assembléia Nacional em ato de comemoração da data, na cidade cubana de Manzanillo, realizado na passada sexta-feira(10).
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ACN
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A Revolução começou há 140 anos, com a primeira guerra da independência, disse Ricardo Alarcón de Quesada, presidente da Assembléia Nacional em ato de comemoração da data, na cidade cubana de Manzanillo, realizado na passada sexta-feira (10).
Alarcón disse que a nação cubana surgiu em 10 de outubro de 1868 com o início da maior, mais cruenta e mais desigual guerra do continente americano que terminou com uma derrota dos colonialistas espanhóis.
Durante os dez anos de luta (1868-1878), para combater as forças cubanas a Espanha empregou o maior exército jamais usado em uma guerra no continente. E, entretanto, uma nova ameaça foi emergindo desde os Estados Unidos, onde o governo esperava o momento certo para se apropriar da ilha.
Alarcón fez referência ao governo provisório fundada pelo prócer cubano da independência Carlos Manuel de Céspedes, na cidade de Bayamo entre outubro de 1868 e janeiro de 1869. Durante esse prazo, um homem negro e um trabalhador faziam parte de um governo pela primeira vez e as pessoas estavam diretamente envolvidas nas decisões governamentais. Os métodos utilizados nesse momento se tornaram a base para o atual sistema de poder popular, explicou Alarcón.
No ato realizado no Teatro Manzanillo, o presidente nacional da Federação dos Estudantes Universitários, Adalberto Hernández, doou uma cópia das obras de Céspedes para o museu em Bayamo, lugar de nascimento do herói cubano, na província oriental de Granma.
Alarcón disse que a nação cubana surgiu em 10 de outubro de 1868 com o início da maior, mais cruenta e mais desigual guerra do continente americano que terminou com uma derrota dos colonialistas espanhóis.
Durante os dez anos de luta (1868-1878), para combater as forças cubanas a Espanha empregou o maior exército jamais usado em uma guerra no continente. E, entretanto, uma nova ameaça foi emergindo desde os Estados Unidos, onde o governo esperava o momento certo para se apropriar da ilha.
Alarcón fez referência ao governo provisório fundada pelo prócer cubano da independência Carlos Manuel de Céspedes, na cidade de Bayamo entre outubro de 1868 e janeiro de 1869. Durante esse prazo, um homem negro e um trabalhador faziam parte de um governo pela primeira vez e as pessoas estavam diretamente envolvidas nas decisões governamentais. Os métodos utilizados nesse momento se tornaram a base para o atual sistema de poder popular, explicou Alarcón.
No ato realizado no Teatro Manzanillo, o presidente nacional da Federação dos Estudantes Universitários, Adalberto Hernández, doou uma cópia das obras de Céspedes para o museu em Bayamo, lugar de nascimento do herói cubano, na província oriental de Granma.
