Seminário de Paz em Cuba chama à coexistência mundial
O II Seminário de Paz pela abolição das bases militares estrangeiras inicia hoje seus debates na oriental província cubana de Guantânamo com um chamado à coexistência pacífica no mundo.
Fonte
Prensa Latina
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O II Seminário de Paz pela abolição das bases militares estrangeiras inicia hoje seus debates na oriental província cubana de Guantânamo com um chamado à coexistência pacífica no mundo.

Organizado pelo Conselho Mundial da Paz e o Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos, o conclave analisará as nefastas consequências acarretadas pelos enclaves militares para a soberania dos países.

O encontro reúne 71 delegados representantes de 36 nações, inclusive Cuba, que por mais de um século tem repudiado a presença estadunidense no território guantanameiro de Caimanera.
O evento, que concluirá amanhã, defenderá a paz mundial e fustigará invasões militares como as sofridas pela Líbia, Afeganistão e Iraque.

De acordo com o programa, os delegados se reunirão nesta quarta-feira na praça da Revolução Mariana Grajales de Guantânamo, e receberão informação sobre a vida na província mais oriental de Cuba.

O dia de quinta-feira terá como palco o povoado de Caimanera, limítrofe com a base militar imposta a perpetuidade desde 1903 por Estados Unidos à ilha na contramão da vontade do povo e do governo cubanos.

Guantánamo guarda por imposição a estação naval mediante o apêndice introduzido à Constituição de Cuba, conhecido como Emenda Platt, mediante o qual Estados Unidos se ab-rogava o direito de criar bases carboneiras na nação.