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Seminário de Paz em Cuba repudia expansionismo militar estadunidense
O Seminário de Paz pela Abolição das Bases Militares Estrangeiras, celebrado na oriental província cubana de Guantánamo, repudiou a escalada expansionista militar dos Estados Unidos em países da América Latina.
Fonte
Prensa Latina
Data
O Seminário de Paz pela Abolição das Bases Militares Estrangeiras, celebrado na oriental província cubana de Guantánamo, repudiou a escalada expansionista militar dos Estados Unidos em países da América Latina.
Durante o encerramento do evento, que reuniu a uns 80 visitantes de 22 países e moradores da capital provincial mais oriental de Cuba, se denunciou a ameaça dos enclaves militares para os povos do planeta por seu multiplicidade e modernização tecnológica.
Juan Larrea, membro o Comitê Central do Partido Comunista da Argentina, denunciou que esse tipo de expansionismo posiciona força em áreas geoestratégicas e de riquezas naturais como a Amazonia ou a zona petroleira das ilhas Malvinas.
A criação de sete bases em Colômbia e os convênios com Panamá para erigir outras 11 no continente, foram apontados com preocupação pelos participantes, que recordaram o apoio logístico brindado de Palmerola ao golpe de estado em Honduras.
Os pacifistas exigiram o fim da presença militar estadunidense em Guantánamo e dos mais de mil enclaves similares disseminados pela órbita, e clamaram pelo direito dos povos a viver em um mundo desmilitarizado.
Propuseram dedicar os fundos militares à solução dos males que afetam ao mundo e demandaram o fim da campanha midiática contra Cuba, a suspensão do bloqueio econômico à ilha e a liberdade de cinco cubanos antiterroristas presos nos Estados Unidos.
Antonio Guerreiro, Ramón Labañino, Gerardo Hernández, Fernando González e René González cumprem extensas condenações por alertar à ilha sobre planos terroristas contra Cuba deflagados pela extrema direita radicada em Miami.
Durante o encerramento do evento, que reuniu a uns 80 visitantes de 22 países e moradores da capital provincial mais oriental de Cuba, se denunciou a ameaça dos enclaves militares para os povos do planeta por seu multiplicidade e modernização tecnológica.
Juan Larrea, membro o Comitê Central do Partido Comunista da Argentina, denunciou que esse tipo de expansionismo posiciona força em áreas geoestratégicas e de riquezas naturais como a Amazonia ou a zona petroleira das ilhas Malvinas.
A criação de sete bases em Colômbia e os convênios com Panamá para erigir outras 11 no continente, foram apontados com preocupação pelos participantes, que recordaram o apoio logístico brindado de Palmerola ao golpe de estado em Honduras.
Os pacifistas exigiram o fim da presença militar estadunidense em Guantánamo e dos mais de mil enclaves similares disseminados pela órbita, e clamaram pelo direito dos povos a viver em um mundo desmilitarizado.
Propuseram dedicar os fundos militares à solução dos males que afetam ao mundo e demandaram o fim da campanha midiática contra Cuba, a suspensão do bloqueio econômico à ilha e a liberdade de cinco cubanos antiterroristas presos nos Estados Unidos.
Antonio Guerreiro, Ramón Labañino, Gerardo Hernández, Fernando González e René González cumprem extensas condenações por alertar à ilha sobre planos terroristas contra Cuba deflagados pela extrema direita radicada em Miami.
