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Votação da ONU sobre bloqueio é prova para Obama
A próxima sessão da ONU sobre o bloqueio contra Cuba será uma prova para o presidente estadunidense, Barack Obama, opina hoje o analista chileno Jaime Escobar.
Fonte
Prensa Latina
Data
A próxima sessão da ONU sobre o bloqueio contra Cuba será uma prova para o presidente estadunidense, Barack Obama, opina hoje o analista chileno Jaime Escobar.
Para Escobar, com esse exame o governante deve demonstrar estar pela justiça, o bem comum e a paz.
Aponta o comentarista que essa votação, programada para o próximo dia 28, será uma boa prova para que Obama faça "uma práxis concreta sobre a distinção do Prêmio Nobel que acaba de conceder".
Segundo um artigo de Escobar, o presidente dos Estados Unidos "tem a faculdade discricional (outorgada pela Constituição) de levantar o ignominioso bloqueio contra Cuba" e acrescenta que essa "seria um potente sinal de respeito à livre determinação dos povos".
Ano após ano, destaca, cresce a consciência mundial sobre a violenta perseguição que sofre a nação cubana com uma série de medidas restritivas e proibitivas que chegam a raia do fanatismo ideológico poucas vezes visto nesta era contemporânea.
Ele lembra mesmo aos líderes cristãos dos Estados Unidos no sentido de que uma boa maneira de ir produzindo uma normalização séria e crível nas relações Washington-Havana, seria devolver a Cuba a Base naval de Guantánamo que está em poder dos Estados Unidos desde 1902.
Assim em um gesto justo de misericórdia, libertar via indulto presidencial- os cinco patriotas cubanos encarcerados em território norte-americano desde 1998.
Refere-se aos lutadores antiterroristas Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando González e René González, que cumprem injustas condenações por alertarem seu país de atos violentos organizados no sul da Flórida.
Uma ação presidencial concreta neste sentido, sem dúvida que seria uma boa nova para o mundo e uma demonstração contundente e inequívoca de que hoje na Casa Branca habita não um falcão a mais, mas um cristão fiel ao qual pedem as Escrituras; por sobretudo amor ao próximo e ajudar in situ a construir a Paz, aponta Escobar.
O também subdiretor do meio eletrônico Crônica Digital, escreveu em seu artigo O Presidente Obama e o fim do bloqueio a Cuba" que, ainda que esse mandatário tenha tido "uma melhor disposição para o que significa uma sã e respeitosa relação com Cuba", existem evidentes contradições.
Depois de apontar "evidentes sinais de contradição sobre o que tem dito e faz a administração Obama com respeito ao "novo tempo" que deveriam ter as relações entre Washington e Havana", citou vários exemplos de impedimentos de viagens de estadunidenses e cubanos entre ambos países.
Para Escobar, com esse exame o governante deve demonstrar estar pela justiça, o bem comum e a paz.
Aponta o comentarista que essa votação, programada para o próximo dia 28, será uma boa prova para que Obama faça "uma práxis concreta sobre a distinção do Prêmio Nobel que acaba de conceder".
Segundo um artigo de Escobar, o presidente dos Estados Unidos "tem a faculdade discricional (outorgada pela Constituição) de levantar o ignominioso bloqueio contra Cuba" e acrescenta que essa "seria um potente sinal de respeito à livre determinação dos povos".
Ano após ano, destaca, cresce a consciência mundial sobre a violenta perseguição que sofre a nação cubana com uma série de medidas restritivas e proibitivas que chegam a raia do fanatismo ideológico poucas vezes visto nesta era contemporânea.
Ele lembra mesmo aos líderes cristãos dos Estados Unidos no sentido de que uma boa maneira de ir produzindo uma normalização séria e crível nas relações Washington-Havana, seria devolver a Cuba a Base naval de Guantánamo que está em poder dos Estados Unidos desde 1902.
Assim em um gesto justo de misericórdia, libertar via indulto presidencial- os cinco patriotas cubanos encarcerados em território norte-americano desde 1998.
Refere-se aos lutadores antiterroristas Gerardo Hernández, Antonio Guerrero, Ramón Labañino, Fernando González e René González, que cumprem injustas condenações por alertarem seu país de atos violentos organizados no sul da Flórida.
Uma ação presidencial concreta neste sentido, sem dúvida que seria uma boa nova para o mundo e uma demonstração contundente e inequívoca de que hoje na Casa Branca habita não um falcão a mais, mas um cristão fiel ao qual pedem as Escrituras; por sobretudo amor ao próximo e ajudar in situ a construir a Paz, aponta Escobar.
O também subdiretor do meio eletrônico Crônica Digital, escreveu em seu artigo O Presidente Obama e o fim do bloqueio a Cuba" que, ainda que esse mandatário tenha tido "uma melhor disposição para o que significa uma sã e respeitosa relação com Cuba", existem evidentes contradições.
Depois de apontar "evidentes sinais de contradição sobre o que tem dito e faz a administração Obama com respeito ao "novo tempo" que deveriam ter as relações entre Washington e Havana", citou vários exemplos de impedimentos de viagens de estadunidenses e cubanos entre ambos países.
