“Qualquer governo do mundo está obrigado a respeitar o direito à vida de qualquer nação e do conjunto de todos os povos do planeta”.
“Os povos estão no dever de exigir aos líderes políticos seu direito a viver. Quando a vida de sua espécie, de seu povo e dos seus seres mais queridos correm semelhante risco, ninguém pode dar-se ao luxo de ser indiferente, nem se pode perder um minuto em exigir o respeito por esse direito; amanhã seria tarde demais”.
"Os países em vias de desenvolvimento e, em seu nome, o Movimento de Países Não Alinhados, demandam que uma parte importante dos imensos recursos que a humanidade hoje dilapida na corrida aos armamentos sejam dedicados ao desenvolvimento, o que contribuirá, simultaneamente, a afastar o perigo de guerra e facilitar o melhoramento da situação internacional".
“(…) a luta pela paz significa lutar por salvar a humanidade de uma destruição apocalíptica, significa lutar por salvar centenas de milhões de vidas de homens, de mulheres, de jovens, de idosos e de crianças”.
“(…) nenhum outro minuto da história humana a paz é tão necessária, porque em nenhum outro minuto da história humana a guerra significa tanta destruição e tanta morte. Em nenhum outro minuto da história humana a idéia da guerra é tão terrível como neste momento”.
“(…) quando mais se aproxima a humanidade à era em que tem que desaparecer a exploração do homem pelo homem, mais fundada é a esperança da humanidade pela paz, e mais grandes são os anseios de paz da humanidade”.
“(…) nos próprios Estados Unidos cresce o movimento pela paz, como nos próprios Estados Unidos são cada vez mais numerosas as manifestações populares em favor da paz contra a política guerreira dos imperialistas, contra a carreira armamentista, porque é um interesse de toda a humanidade. E por isso é que toda a humanidade, de diferentes formas, das formas que forem necessárias, há de contribuir à luta pela paz”.
“Esta luta contra a globalização neoliberal é a causa comum —pode se dizer— de todos os povos da humanidade”.
“Se pátria é humanidade, como disse Martí, somos cidadãos do mundo e irmãos de todos os povos do planeta.”
“Tenho a mais firme convicção de que a atual ordem econômica imposta pelos países ricos não só é cruel, injusta, desumana, oposta ao curso inevitável da história, mas também portadora de uma conceição racista do mundo, como as que em seu tempo inspiraram na Europa o nazismo dos holocaustos e dos campos de concentração que hoje no Terceiro Mundo chamam de centros de refugiados, e que realmente são concentrados pela pobreza, a fome e a violência; as mesmas conceições racistas que na África inspiraram o monstruoso sistema do apartheid.”