“Nada perturbou tanto a vida de Martí, o Apóstolo de nossa independência, que a anexação aos Estados Unidos. Desde 1889 vinha adquirindo consciência  de que esse era o maior perigo para América Latina. Sempre sonhou com a Pátria Grande, desde o rio Bravo até a Patagônia;  por ela e por Cuba deu sua vida”.

“Se com alguma coisa temos sabido honrar o herói, cujo fecundo natalício comemoramos hoje, foi demonstrado que um país pequeno e pobre, ainda cometendo erros inevitáveis de aprendizagem, pode fazer muito com muito pouco. O maior monumento dos cubanos em sua memória é ter sabido construir e defender esta trincheira, para que ninguém possa cair com uma força mais sobre os povos da América e do mundo”.

"No dia de sua morte em combate, em 19 de maio de 1895, Martí se imolava pelo direito de todos os habitantes do Planeta à vida".