"Um povo culto, rebelde, de valentes e heróis, como o povo cubano, não poderia ser governado pela força, nem haveria força com que governá-lo, porque ele é a força".

“Nenhum dos atuais problemas do mundo podem ser resolvidos pela força, não há poder global, nem poder tecnológico, nem poder militar que possa garantir a imunidade total contra tais fatos”.

“Governos de força se mantiveram durante muito tempo no poder e governos de força se mantêm ainda no poder na América. Claro que tudo depende das circunstâncias para contar ou não contar com o apoio do governo dos Estados Unidos”.

“Mediante a força se reprime toda a demanda do povo, mediante a força eram reprimidas as greves por melhores condições de vida, mediante a força eram reprimidos os movimentos camponeses por possuir as terras, mediante a força eram reprimidas as mais caras aspirações da nação”.

"Tiraram-nos a liberdade mediante um golpe de Estado, porém para que acabassem de uma vez e para sempre os golpes de Estado, era preciso conquistar a liberdade a força de sacrifício do povo, porque nada fazíamos com que dessem um golpe amanhã e outro após amanhã e outro dentro de dois anos e outro dentro de três anos; porque aqui quem deve decidir, definitivamente, quem deve governar é o povo e ninguém mais do que o povo."

“Não estamos louvando governos, nem pedindo perdões, nem favores, nem nos nossos peitos se albergam nem sequer um átomo de temor. A história da Revolução tem demonstrado que o capaz é de desafiar, que o capaz é de lutar, de resistir o que tenha que resistir, o que nos tornou um povo invencível. Esses são nossos princípios, uma Revolução baseada em idéias, na persuasão e não na força”.

"Nenhum povo se torna revolucionário pela força. Aqueles que plantam ideias jamais precisam reprimir o povo. As armas nas mãos desse próprio povo, são para lutar contra os que desde o exterior tentem arrebatar-lhe suas conquistas".

 

"Ali onde estão fechados os caminhos dos povos, onde a repressão dos operários e camponeses é feroz, onde é mais forte o domínio dos monopólios ianques, o primeiro e mais importantes é compreender que não é justo nem é correto entreter os povos com a vã e acomodatícia ilusão de arrancar, por vias legais que não existem nem existirão, às classes dominantes, abrigadas em todas as posições do Estado, monopolizadoras da instrução, donas de todos os meios de divulgação e possuidoras de infinitos recursos financeiros, um poder que os monopólios e as oligarquias defenderão a sangue e fogo com a fo

 
"E diante da realidade objetiva e historicamente inexorável da revolução latino-americana, qual é a atitude do imperialismo ianque? Está disposto fazer uma guerra colonial contra os povos da América Latina; criar o aparelho de força, os pretextos políticos e os instrumentos pseudo-legais assinados com os representantes das oligarquias reacionárias para reprimir a sangue e fogo a luta dos povos latino-americanos".

"Os Estados Unidos só conta na Venezuela com fragmentos de Partidos ligados pelo medo da Revolução e por grosseiros apetites materiais. Na Venezuela não poderão usar o golpe de Estado como fizeram com Allende no Chile e em outros países de Nossa América. As Forças Armadas desse irmão país, educadas no espírito e no exemplo do Libertador, que no seu seio abrigou os chefes que iniciaram o processo, são promotoras e parte da Revolução".