Para quem mora em Ancash, Arequipa, Moquegua e Ayacucho, Cuba nunca será alheia a eles. Lá os médicos cubanos, por mais de seis meses, lutaram a Covid-19 com o espírito com que há 50 anos outros compatriotas assistiam, nessa mesma geografia, às vítimas de um terremoto.
Foi essa essência humanista que o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez evocou, em seu discurso de boas-vindas –por videoconferência– à brigada formada por 84 profissionais de saúde que chegaram em 21 de dezembro à Pátria.