"A Venezuela pode se tornar um modelo de desenvolvimento socialista a partir dos recursos que as transnacionais tiravam de sua rica natureza e do suor de seus trabalhadores manuais e intelectuais. Nenhum poder estrangeiro determinará seu futuro. O povo é dono de seu destino e marcha em prol dos níveis mais altos de educação, cultura, saúde e pleno emprego."

"O nosso país acumula uma longa experiência na proteção do povo no caso de desastres, epidemias e pragas ou outras situações semelhantes de caráter natural, acidental ou intencional. Está igualmente verificada nossa invariável política de cooperação com outros povos."   

“Os países caribenhos enfrentamos o desafio de sobreviver e avançar em meio à mais profunda crise econômica, social e política já sofrida, em nosso hemisfério e no mundo, e quando a globalização neoliberal ameaça destruir não apenas nosso direito ao desenvolvimento, como também nossa diversidade cultural e nossas identidades. A única saída para nossos povos é a integração e a cooperação, não só entre os Estados, senão também entre os diversos esquemas e organizações regionais”.

“Como perigos internos, penso fundamentalmente em riscos de tipo social ou moral que afetem a nossa população e provoquem danos a sua segurança, a sua educação ou a sua saúde. É bem sabido quanto lutamos contra o hábito de fumar, e quanto reduzimos seu consumo. Da mesma maneira, lutamos contra os excessos no consumo de álcool ou contra o fato doloroso de que seja consumido em estado de gestação, o que pode provocar o nascimento de crianças com retardo mental ou outras graves limitações físicas”.

“Os povos que habitam o planeta, em todas as partes, correm riscos econômicos, ambientais e bélicos, derivados da política dos Estados Unidos da América, mas em nenhuma outra região da terra vem-se ameaçados por tão graves problemas como seus vizinhos, os povos localizados neste continente ao Sul daquele país hegemônico”.

“O império não conseguiu os seus objetivos de desmembrar Angola e escamotar sua independência. O impediu a heróica e longa luta dos povos de Angola e Cuba”.

“As revoluções não se fazem por capricho dos homens, ninguém poderia dizer que o capricho de um grupo de homens pudesse conduzir um povo a uma
revolução; as revoluções são feitas pelas necessidades, e os povos não são culpados das revoluções; os povos fazem-nas obrigados pelas necessidades,
embora os que nelas intervimos, fazemo-lo com muito gosto”.

"Acho realmente que nenhum país do mundo deve possuir armas nucleares, e que essa energia deve ser colocada ao serviço da espécie humana. Sem esse espírito de cooperação a humanidade marcha inexoravelmente rumo à sua própria destruição. Entre os próprios cidadãos do Israel, um povo sem dúvida laborioso e inteligente, muitos não concordarão com essa disparatada e absurda política que os leva também ao desastre total".

"Hoje em dia que tudo está em risco, não nos converte em beligerantes. Somos decididos partidários da unidade entre os povos daquilo que Marti denominou Nossa América".

 

“Nosso povo conhece bem as normas que têm regido a conduta imaculada de nossa Revolução desde o primeiro combate e jamais ultrajada ao longo de mais de meio século. Sabe também que não poderá ser jamais pressionado nem chantageado pelos inimigos. Nossas leis e normas serão cumpridas indefectivelmente”.