“Nós temos um adversário bastante poderoso como o é nosso vizinho mais próximo: Estados Unidos. Lhe advertimos que resistiríamos ao bloqueio, ainda que isso pudesse implicar um custo muito elevado para nosso país. Não há pior preço que capitular frente ao inimigo que sem razão nem direito te agride”.
"Cada facto deste carácter deve servir para educar o nosso povo sobre as consequências da mudança de clima e o desequilíbrio ecológico, entre muitos dos problemas que encara a humanidade".
“Qualquer governo do mundo está obrigado a respeitar o direito à vida de qualquer nação e do conjunto de todos os povos do planeta”.
“Os povos estão no dever de exigir aos líderes políticos seu direito a viver. Quando a vida de sua espécie, de seu povo e dos seus seres mais queridos correm semelhante risco, ninguém pode dar-se ao luxo de ser indiferente, nem se pode perder um minuto em exigir o respeito por esse direito; amanhã seria tarde demais”.
“Aproximadamente 1 200 pessoas morreram aquando do Flora. Hoje não tivessem perecido, porque cada vez que existe perigo de furacão, contando com as represas e tudo, toda a gente que mora naquela região é evacuada, visto que já existe um nível de organização muito grande(…)”
"Parece-me que o notável da história da nossa Revolução é ter resistido a todas essas tentativas para destruí-la, e, nesse sentido, aquele dia no qual se fundaram os Comités de Defesa da Revolução foi um dia verdadeiramente histórico".
"(...) o Movimento de Países Não-Alinhados voltou a ser uma força efetiva na arena internacional do nosso tempo. Este Movimento hoje é mais necessário do que nunca. Se antes nos esforçávamos por ocupar um lugar digno no meio da luta entre duas superpotências, hoje nos debatemos entre o risco do hegemonismo unipolar, e a única forma possível, suportável e aceitável de sobreviver: a existência de um mundo multilateral, onde a paz, a liberdade, o desenvolvimento e o progresso possam ter lugar para todos. Os nossos povos assim o necessitam. Não podemos defrauda-los".
"os Países Não Alinhados não se opõem a soluções que possam ser alcançadas sem a luta armada, sempre que delas possa surgir um autêntico governo da maioria e nelas se consiga a independência em forma que satisfaça os povos combatentes (...)"
"O Balé Nacional de Cuba esteve presente nos momentos culminantes de nossas maiores realizações culturais, na longa batalha pela independência e pelo socialismo, travada por nosso povo".
“Cada qual deve lutar pela paz a sua maneira, cada qual deve lutar pela paz com o que possa e como possa. Assim, a América Latina, ao se enfrentar cada vez mais aos imperialistas, luta pela paz. Enquanto mais povos lutando por sua liberdade houver, mais possibilidades de paz no mundo, mais maniatados estarão os imperialistas, mais fracos serão os imperialistas para desencadear a guerra”.