Há momentos decisivos na vida dos povos que marcam o início de novos caminhos, que constroem atitudes revolucionárias, conceitos irrenunciáveis, abraço eterno de ideologias compartilhadas.
Se, além disso, forem liderados por um homem cuja estatura moral o tornou um modelo excepcional de líder, então não há dúvida: os anos passarão, os tempos mudarão, mas esses momentos permanecerão latentes no coração de milhões de pessoas e, além disso, na memória histórica da nação.
Muitas pessoas perguntaram, ao longo dos anos, de onde provinha a energia inesgotável do líder histórico da Revolução Cubana. Como é que esse homem excepcional conseguia andar sem descanso, sem tréguas, com seu nobre pensamento colocado sempre em prol do bem-estar do seu povo, na possibilidade de um mundo em que todos coubessem, com direitos e oportunidades para todos.
Com a chegada a Honduras, no domingo 19 de abril, de 20 profissionais da saúde, pertencentes ao Contingente Internacional de Médicos Especializados em Situações de Desastres e Graves Epidemias, Henry Reeve, para o confronto à Covid-19, reforça-se a tradição internacionalista de nossa Ilha com esse país centro-americano.
Em sua conta no Twitter, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, qualificou este como «um novo gesto solidário de Cuba, em uma conjuntura em que se torna necessário um esforço global para parar a pandemia».
Reconhecer-se como o principal arquiteto de seu destino, como o principal agente de mudanças em seu próprio benefício, como um mecanismo essencial para a Revolução, é a principal força dos povos.
Nosso povo bem sabe disso, porque cada centímetro do manto de liberdade que nos protege, todo centímetro de terra em que vive o ser humano digno, todo trabalho colossal que se ergue nesta Ilha, ostenta a marca imperecível de sangue, suor e o sacrifício deste povo corajoso, cuja entrega emana constantemente e em abundância de seus princípios inalienáveis.
TAL como ocorreu naquele dia 4 de janeiro de 1959, o povo deu as boas-vindas, nos territórios de Las Tunas e Camagüey, àqueles que reeditam a Caravana da Liberdade.
Convertida em uma tradição popular que se enriquece com a passagem do tempo, em ambas as províncias as diferentes gerações de cubanos se uniram para lembrar a façanha dos soldados do Exército Rebelde e constatar tudo o que foi construído nestes 57 anos de Revolução.