"Bush descobre que o sistema económico e político do seu império não pode concorrer em serviços vitais, como a saúde e a educação, com a Cuba agredida e bloqueada durante quase 50 anos. Todo o mundo sabe que a especialidade dos Estados Unidos em matéria de educação é o roubo de cérebros".
“Mais tarde consegui alcançar novamente o domínio total de minhas faculdades mentais, a possibilidade de ler e meditar muito, obrigado a isso pelo repouso. Ao mesmo tempo tinha suficientes forças físicas para escrever longas horas, que compartilhava com a reabilitação e os programas pertinentes de recuperação. Um elementar senso comum me indicava que aquela atividade estava ao meu alcance. Por outro lado sempre me preocupei ao falar de minha saúde, evitar ilusões que no caso de um desenlace contrário, trariam notícias traumáticas para o nosso povo no meio da batalha.
“No decurso de toda sua vida, a Revolução instruiu o povo, formou centenas de milhares de maestros, médicos, cientistas, intelectuais, artistas, informáticos e outros profissionais universitários e pós-graduados em dezenas de carreiras. Essa riqueza entesourada permitiu reduzir a mortalidade infantil a mínimos inimagináveis num país do Terceiro Mundo e elevar a esperança de vida e a média de conhecimento da população a níveis do nono grau.”
"Se o império conseguisse obter novamente o controle de Cuba, não ficaria nem sequer uma só das escolas de estudos superiores criadas pela Revolução para oferecer esse direito a todos os jovens; a maioria seria enviado a cortar cana; é sua política declarada. Tentaria roubar os talentos artísticos e científicos já criados, como o faz com o resto dos países de nosso hemisfério.
"A poderosa potência do norte sempre foi hostil a nossa luta, visto que desde havia muito tempo lhe dera o destino manifesto de fazer parte de seu território em plena expansão.