"Como podem fazê-lo os chefes de um império onde se impõem a máfia, o jogo e a prostituição infantil; onde a CIA organiza planos de subversão e espionagem universal e o Pentágono cria bombas de nêutrons capazes de preservar os bens materiais e liquidar os seres humanos; um império que apoia a reação e a contrarrevolução em todo o mundo, que protege e estimula a exploração por parte dos monopólios das riquezas e os recursos humanos em todos os continentes, o intercâmbio desigual, uma política protecionista, um esbanjamento incrível dos recursos naturais e um sistema de fome para o mundo?"

"As armas cada vez mais sofisticadas que se acumulam nos arsenais dos mais poderosos e ricos, com já exprimí uma vez, poderão matar os analfabetos, os doentes, os pobres e os famintos, mas não poderão matar a ignorância, as doenças, a pobreza e a fome."

"Pague-se a dívida ecológica e não a dívida externa. Desapareça a fome e não o homem."

“Em Cuba, o pesadelo social e humano denunciado em 1953, que deu origem a nossa luta, tinha ficado para trás, poucos anos após o triunfo de 1959. Imediatamente desapareceram (...) as crianças desnutridas, descalças e cheias de vermes, sem escolas ou professores, nem que fosse debaixo de uma árvore; já não ocorriam entre eles as mortes em massa por fome, doenças ou falta de recursos ou de atendimento médico; os longos meses sem ocupação laboral desapareceram; não se viram de novo homens e mulheres nas zonas rurais sem trabalho.”

"A sociedade socialista não dispõe daqueles meios coercitivos, entre os quais o primeiro de todos era o desemprego, a fome e as terríveis consequências para o trabalhador que não cumpria as obrigações que lhe impunha o capitalista. Não pode constituir-se um dirigente no lugar e grau de uma empresa capitalista, de uma companhia ianque. A Revolução não pode lançar mão de métodos coercitivos."