Citações
“Estão a chegar os tempos de pensar na pátria mundial; estão a chegar os tempos de pensar no mundo, porque este mundo, inexoravelmente , está globalizado, comandado por uma superpotência única e em prol dum mundo unipolar, não para salvá-lo, mas sim para destruí-lo; não para trazer a justiça que todos necessitamos, mas sim para nos escravizar ainda mais se for possível, para nos humilhar ainda mais, para destruir os nossos sonhos que são indestrutíveis, para destruir as nossas culturas que devemos preservar e multiplicar.”
"As condições existentes neste mundo tornam insustentável esta ordem infame que estamos a suportar e, portanto, segundo a nossa opinião, a tarefa número um é semear idéias, semear consciência, para que quando esse mundo desapareça a humanidade possa estar melhor preparada para construir, sobre as suas ruinas, um mundo melhor, uma globalização mais humana.".
“A globalização foi encerrada na camisa-de-força do neoliberalismo, e como tal tende a globalizar não o desenvolvimento, mas a pobreza; não o respeito à soberania nacional dos nossos Estados, senão sua violação; não a solidariedade entre os povos, mas o "salve-se quem puder" no meio de uma competência desigual no mercado.”
“Esta luta contra a globalização neoliberal é a causa comum —pode se dizer— de todos os povos da humanidade, que não podem ver com bons olhos que se quebre o acordo de Kyoto, que significa uma esperança”.
“Esta luta contra a globalização neoliberal é a causa comum —pode se dizer— de todos os povos da humanidade”.
“Os países caribenhos enfrentamos o desafio de sobreviver e avançar em meio à mais profunda crise econômica, social e política já sofrida, em nosso hemisfério e no mundo, e quando a globalização neoliberal ameaça destruir não apenas nosso direito ao desenvolvimento, como também nossa diversidade cultural e nossas identidades. A única saída para nossos povos é a integração e a cooperação, não só entre os Estados, senão também entre os diversos esquemas e organizações regionais”.
"O jugo estrangulador que amarra os países latino-americanos à fuga de capitais é a livre compra, sem restrição ou qualquer requisito, de divisas convertíveis com moeda nacional, fórmula imposta como sagrado princípio neoliberal, pelas organizações financeiras internacionais".