“O imperialismo tentará nos dividir para procurar qualquer pretexto com o qual justificar suas ações intervencionistas em nosso país, e essa estreita e sólida unidade lhes impedirá sempre o pretexto para isso. Contudo, em qualquer circunstância estaremos sempre preparados para a guerra de todo o povo e para defender até o último canto do nosso país enquanto houver um revolucionário e exista uma arma com que defendê-la. Isto porque, como dizia aos estudantes naquela ocasião, cada homem, cada revolucionário deve dizer: Eu sou o exército, eu sou a pátria, eu sou a Revolução […]”

"Os valores que nos defendemos são muito sagrados, são muito elevados, são muito poderosos, são os valores da pátria, são os valores da Revolução, são os valores do Socialismo, são os valores da Justiça, são os valores da igualdade, são os valores da dignidade e da honra do homem. Esses valores tem um peso potentíssimo "
 
 

“Mas, estes tempos são mais difíceis, muito mais difíceis, temos que ficar cientes disso; precisa-se de maior esforço, precisa-se de  uma coragem maior, precisa-se de um heroísmo maior, precisa-se de  uma inteligência maior, precisa-se de  uma organização mais eficiente,  precisa-se de  uma moral mais elevada,  precisa-se de  uma luta mais tenaz, precisamente para a preservação da pátria, da Revolução e das conquistas do socialismo”.

“A pátria, irmãos e irmãs, é tarefa de todos os que estiverem dispostos a se sacrificar por ela. É ara e não pedestal, como dizia Martí: ara ou altar onde depositar, sem barulho nem alarma, o melhor de cada qual em benefício de uma obra coletiva inadiável, e não estrado ou pedestal onde levantar uma vã pretensão de acumular méritos duvidosos e tardios na base da intriga ou da traição."
“Não é questão de homens. Foi um privilégio para muitos de nós ter estado aqui na Revolução durante muitos anos. É uma honra que nos fazem os imperialistas quando nos querem expulsar da Revolução, quando nos querem expulsar da Pátria, quando nos querem expulsar das nossas responsabilidades, porque sabem que conosco não há arranjo indigno. Mas se enganam! Não importa os que estejam aqui; atrás dos que cá estão, virão outros como vocês e serão iguais ou melhores que nós! Podem fazer-nos desaparecer um a um e terão que chegar até o último; e o último, junto ao último tronco, com o último fuzil, como dizia Martí, combatendo”.
"Graças por vir a nos reforçar nesta difícil luta que estamos travando hoje para salvar as idéias pelas quais tanto lutas-te, para salvar a Revolução, a Pátria  e as conquistas do socialismo, que é parte realizada dos grandes sonhos que tiveste!"

"Aprofundar a consciência, formar o caráter, educar na dura escola da vida da nossa época, plantar idéias sólidas, utilizar argumentos irrebatíveis, predicar com o exemplo e confiar na honra do homem, pode fazer com que, de cada dez, nove permaneçam em seus postos de combate junto da bandeira, junto da Revolução e junto da Pátria".

"Hoje mais do que nunca há que ser bolivariano; hoje mais do que nunca temos que levantar essa bandeira que diz que pátria é humanidade, cientes de que só nos poderemos salvar, no caso em que a humanidade se salvar; de que só poderemos ser livres se conseguirmos que a humanidade seja livre, e estamos muito longe de o ser; se conseguirmos realmente que exista um mundo justo, e um mundo justo é possível e é provável, embora pela força de ver, meditar e ler, cheguei à conclusão de que a esta humanidade não lhe resta muito tempo para o conseguir".

“Hoje mais do que nunca há que ser bolivariano; hoje mais do que nunca temos que levantar essa bandeira que diz que pátria é humanidade, cientes de que só nos poderemos salvar, no caso em que a humanidade se salvar; de que só poderemos ser livres se conseguirmos que a humanidade seja livre, e estamos muito longe de o ser; se conseguirmos realmente que exista um mundo justo, e um mundo justo é possível e é provável”.

“(…) estes não são tempos de pensar na própria pátria; há que pensar em termos da pátria latino-americana e caribenha (Aplausos), essa que está representada aquí também através da OCLAE”.

“¡Jamais nem sequer temos brincado com um só principio para receber favores do imperialismo! E nesse espírito, nessa consciência se tem educado nosso povo, nesse espírito de que a causa de outros povos não pode ser vendida, que os princípios não podem ser pisoteados, que os não podem ser ultrajados.”

“Não são admissíveis condições de tipo nenhum quando se trata de princípios inalienáveis da nossa Pátria. A forma de organização política de uma nação soberana não pode ser submetida a condições. Cuba não negocia nem vende a sua Revolução, que tem custado o sangue e o sacrifício de muitos de seus filhos.”