Cerca de 200 mil pessoas vacinadas em Cuba contra gripe A(H1N1)
Desde que iniciou-se em Cuba a campanha de vacinação contra a gripe A(H1N1) no passado 1 de abril até hoje foram aplicadas quase 200 mil dose, informou o doutor Luis Estruch, vice-ministro de saúde pública.
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Prensa Latina
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Desde que iniciou-se em Cuba a campanha de vacinação contra a gripe A(H1N1) no passado 1 de abril até hoje foram aplicadas quase 200 mil dose, informou o doutor Luis Estruch, vice-ministro de saúde pública.

80 por cento do total de grávidas a serem imunizar já recebeu o biológico, destacou o especialista que recordou que está previsto vacinar a um milhão 124 mil pessoas selecionadas como vulneráveis de padecer da doença.

Manifestou que a vacina, doada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é de grande qualidade e efetividade, e pode provocar algumas reações adversas, as que têm sido valorizadas pelos especialistas de leves.

Entre as mais frequentes estão, cefaleias, dor no lugar da injeção, mal-estar geral.

Reafirmou que até o momento não se produziu nenhum evento grave, nem também não falecimentos.

Destacou que nas últimas semanas se notou um incremento das infecção respiratórias aliadas com a circulação do vírus da influenza A H1N1, situação que se corresponde com o que se observa no resto dos países da região das Américas, alertou.

É por isso que a população deve estar alerta, e manter todas as medidas de higiene necessárias para evitar a transmissão do patogênico, em particular a lavagem frequente de mãos com água e sabão, cobrir boca e o nariz ao espirrar ou tossir, evitar lugares públicos se a pessoa estiver doente.

Também recomendou ir ao médico logo diante de qualquer sintomatologia que sugira o início de um estado gripal, como falta de ar, obstrução nasal, tosse, decaimento.

Sempre que se diagnostique e trate a tempo, a influenza A(H1N1) cursa sem complicações, agregou Estruch.

E destacou que o Ministério de Saúde Pública conta com todos os recursos humanos e materiais necessários para enfrentar a doença e existe um sistema de vigilância epidemiológica em toda a ilha.

No entanto, é imprescindível que a população coopere e tenha uma adequada percepção do risco, expressou o vice-ministro.