Citações
“E lembrem-se disto, lembrem-se disto que nos ensina a história: que estes processos revolucionários não têm meio termo, e que, ou triunfam plenamente ou são derrotados; que a história ensina que se vai da extrema revolução à extrema reação. E que, é claro, entre os derrotados tenham a certeza de que a nós não nos contarão.”
“O nosso povo poderá ser banido da face da Terra, o que não poderão fazer jamais é vencê-lo; porque o nosso povo com a sua razão, com o seu heroísmo, com sua dignidade, com sua vergonha e com sua grandeza é um povo invencível, e é um povo que tem que ser respeitado.”
"Uma Revolução não constitui um acontecimento simples na historia de um povo. Uma revolução é um fato complexo e difícil e que tem, aliás, a virtude de ser uma grande professora, porque vai nós ensinando no andamento, e sobre o andamento vai fortalecendo a consciência do provo, e sobre o andamento vai nos ensinando o que é uma revolução".
“Cuba não amedrontar-se-á, Cuba não recuará; a Revolução não deter-se-á, a Revolução não recuará, a Revolução vai continuar para a frente de modo vitorioso, a Revolução vai continuar de modo inquebrantável a sua marcha! E essa é a nossa promessa não a aqueles que morreram, porque morrer pela pátria é viver, mas aos companheiros que levaremos sempre no recordo como algo nosso; e não no recordo no coração de um homem, ou de homens, senão no recordo único que não se pode apagar nunca: o recordo no coração de um povo.”
"Não apenas saberemos resistir a qualquer agressão, senão também saberemos vencer qualquer agressão e mais uma vez não teríamos outra disjuntiva que aquela com a qual começamos a luta revolucionaria: a liberdade ou a morte".
“As revoluções não se fazem por capricho dos homens, ninguém poderia dizer que o capricho de um grupo de homens pudesse conduzir um povo a uma
revolução; as revoluções são feitas pelas necessidades, e os povos não são culpados das revoluções; os povos fazem-nas obrigados pelas necessidades,
embora os que nelas intervimos, fazemo-lo com muito gosto”.
“E graças aos homens que em condições muito adversas, aos homens que na era republicana levaram a cabo uma luta desigual contra a penetração ianque, homens que começam desde Juan Gualberto Gómez e Sanguily, que se opuseram tenazmente a essa penetração, até os homens que nas décadas de 20 e de 30 se imolaram e caíram lutando para que sobrevivesse a nacionalidade cubana, o espírito nacional cubano, para que a alma nacional não fosse absorbida pelo estrangeiro poderoso; graças a esses, a essa obra de gerações, a essa tradição, nós temos conseguido recolher essa maturidade e essa consciência revolucionária do nosso povo”.
“Nós não lhe temos que pedir perdão a ninguém. O que fizemos, fizemo-lo muito conscientes, e sobretudo muito convencidos dos nossos direitos a fazê-lo”.
“Nenhum governo revolucionário que chega ao poder deseja ter problemas internacionais. O que deseja é investir seu esforço na resolução de seus problemas próprios; o que deseja é levar adiante um programa, como bem desejam os governos que realmente estão interessados no progresso de seu país”.