• Visita ao combatente artemisense Arnaldo Pérez, que tinha chegado ao México pelo porto de Veracruz, em 21 de Abril.

  • Regressa à Cidade do México, após estadia de uma semana em Tapachula, onde se encontrou com Justo Carrillo, advogado e economista que estivera envolvido, como delegado civil, na fracassada “Conspiração dos Puros”.

  • Aldabonazo, órgão do Movimento Revolucionário 26 de Julho, publica o seu artigo "O Movimento 26 de Julho e a Conspiração Militar".
  • Encontra-se com Luis Crespo, jovem revolucionário que havia chegado à Cidade do México no dia anterior, procedente de Havana.

  • Participa da modesta celebração de aniversário pelos 25 anos do seu irmão Raúl Castro, preparada por María Antonia González, na sua casa, na Cidade do México.

  • Recebe a Arsenio García, jovem revolucionário da zona de Güines, que havia sido enviado à Cidade do México, pela direcção do Movimento 26 de Julho na Ilha, para informá-lo sobre a situação em Cuba e entregar-lhe dinheiro arrecadado para os preparativos da invasão.

  • Recebe, no Aeroporto da Cidade do México, junto com Raúl e outros companheiros, a jovem santiaguense Vilma Espín Guillois, que havia concluído os seus estudos de pós-graduação na cidade estadunidense de Boston e ia de regresso a Cuba.

  • Deposita uma oferenda floral nas honras fúnebres realizadas no Templo de São Hipólito, na Avenida Hidalgo e Zarco, Cidade do México, por ocasião do primeiro aniversário do assassinato de Jorge Agostini.
  • É testemunha do casamento do combatente Reinaldo Benítez com a jovem mexicana Piedad Solís.
  • Vai, com a companheira Vilma Espín, ao Pedregal de San Ángel, onde lhe transmite instruções destinadas a Frank País e também lhe entrega várias cartas que escreve ali mesmo, até as quatro e meia da madrugada.
  • Em companhia de Gustavo Arcos, parte em avião, da Cidade do México para San José, na Costa Rica, a fim de reunir-se com o reduzido grupo de exilados cubanos que ali permanece, entre os quais se encontram os moncadistas José Ramón Martínez Álvarez, José Ramón Ponce Díaz e Jaime Costa Chávez, e realizar reuniões com algumas personalidades do país centro-americano, que podiam colaborar com os planos insurreccionais.

  • Continua com os seus encontros com exilados e personalidades da Costa Rica.

  • Permanece na Costa Rica, buscando apoio para os planos insurreccionais.

  • Realiza diversos encontros na Costa Rica, buscando apoio para a luta contra a ditadura batistiana.