Há muitos no mundo que sabem muito pouco da Revolução Cubana e que podem ser vítimas das mentiras e enganos que o governo dos Estados Unidos difunde através dos poderosos meios de divulgação de que dispõe.   Mas também há muitos, principalmente nos países pobres, que conhecem a Revolução Cubana, o esmero com que se consagrou, desde o primeiro momento, à educação e à saúde das crianças e de toda a população, seu espírito de solidariedade, que a levou a cooperar desinteressadamente com dezenas de países do Terceiro Mundo, seu apego aos mais altos valores morais, seus princípios éticos, seu…
Considerando as peculiaridades do trabalho do instrutor de arte, a necessidade de mantê-los em uma constante superação como profissionais identificados com seu trabalho como instrutores e o interesse de uma grande parte deles em continuar preparando-se em uma especialidade afim com a sua formação, decidiu-se abrir a Licenciatura em Educação, Especialidade Instrutor de Arte, em estreita coordenação entre os Ministérios da Educação, da Cultura e da Educação Superior.
No passado 10 de maio, um telex da BBC informava de uma multa aplicada pela Reserva Federal dos Estados Unidos a um banco suíço, aduzindo a suposta violação das sanções estadunidenses contra a Líbia, o Irão, a Iugoslávia e Cuba. O banco suíço era acusado de aceitar papel moeda de dólares dos Estados Unidos ou enviá-los a países que estivessem sob o regime de sanção do governo dos Estados Unidos.
Infelizmente, a responsabilidade que caiu sobre mim ao longo deste intenso e difícil processo revolucionário, e particularmente a minha relação com a Batalha de Idéias, obrigam-me a referir-me aos discursos, reflexões e conceitos próprios, o que não me agrada e, por isso, peço-lhes desculpas com antecedência. Sempre tenho pensado que as idéias não giram em torno dos homens públicos, são eles que devem girar em torno das idéias.
"Quando recebi a imensa e agradável surpresa de ser esperado no aeroporto internacional "José Martí" por ele próprio pessoalmente, eu lhe disse: "Eu não mereço esta honra, aspiro merecê-la algum dia nos meses e nos anos porvir". O mesmo lhes digo a todos vocês, caros compatriotas cubano-latino-americanos: Algum dia esperamos vir a Cuba em condições de estender os braços e em condições de alimentar-nos mutuamente num projeto revolucionário, submersos, como estamos desde há séculos, na idéia de um continente hispano-americano, latino-americano e caribenho, integrado como uma só nação que somos.
Devo confessar-lhes que eu não gosto da palavra “estrangeiro”, é como se eu dissesse: “Queridos estranhos” ao dirigir-me a vocês.
Bom, temos cantado o hino, e não podemos esquecer que hoje completa-se um mais um aniversário de aquele arteiro ataque por surpresa por parte das naves aéreas do governos dos Estados Unidos de América com insígnias cubanas, pois achamos conveniente que lembremos algumas imagens ligadas aos fatos de aqueles dias, que apontavam o início do ataque mercenário imperialista; de mercenários e do imperialismo, porque os dois vinham no mesmo grupo, um trás outro, esperando ter o controle duma parte do território, que não durou nada, foi como o clássico bôlo na porta de uma escola.
Um dos objetivos deste comparecimento é o de informar à população o curso dos acontecimentos e, para alem disso, contribuir para o melhor conhecimento dos problemas, e que a nossa população possa ir observando cada coisa e analisando cada coisa do que acontece. Quer dizer, cada uma destas batalhas irão enriquecendo a cultura política do nosso povo. 
O terrorismo no mais moderno e dramático conceito, com o apoio de sofisticados médios técnicos e explosivos de grande potência, foi criado e desenvolvido pelos próprios governantes dos Estados Unidos para destruir a nossa Revolução, e não cessou um instante durante mais de quatro décadas, dentro e fora da Ilha.
Antes de concluir, desejo expressar que o autor do informe, Gabriel García Márquez, foi consultado sobre sua publicação. Ontem propriamente lhe enviei uma mensagem à Europa, transmitindo-lhe o seguinte:"Preciso falar do tema da mensagem que enviei com você sobre as atividades terroristas contra nosso país. Não afeta de maneira nenhuma o destinatário e ainda menos afetará tua glória literária.
Excelências:   Tivesse querido estar com Vocês nessa transcendental reunião, que tem lugar precisamente em Catar, país irmão, ao qual me une um profundo sentimento de amizade derivado das cordiais e solidárias relações que temos estabelecido com o seu povo, seu Governo e seu Chefe de Estado.   No entanto, outros assuntos urgentes não me permitiram acudir a este encontro. Encaramos as tentativas do Governo dos Estados Unidos de dar refúgio a um notório  terrorista confesso, fugitivo da justiça venezuelana, responsável, dentre muitos atos atrozes de terror, da explosão…
Garanto-lhes que ganhamos também aquela batalha, porque o espírito de luta não desmaiou, nossa firmeza não desmaiou, nossas armas pacíficas, porém eficientes não desmaiaram, nossas verdades não desmaiaram, as nossas mensagens ao mundo não pararam. Daí surgiu aquela frase: Batalha das Idéias, porque foi uma verdadeira batalha das idéias.