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José Martí plantou sementes que depois germinaram fortemente em Fidel, Raúl e os jovens da Geração do Centenário, nos Cinco Heróis e em tantos cubanos que, sem alarde ou hipocrisia, a partir da autêntica arte, da ciência ou do campo, exaltam o orgulho de uma bandeira «que nunca foi – nem será – mercenária».
O dia 19 de abril amanhece em Cuba, sempre, como um clamor de sinos celebrando o triunfo memorável de um país heróico. Naquele dia, Davi derrotou Golias na areia da Praia Girón e, 60 anos depois, o mesmo povo indomável que sangrou na Ciénaga por sua Revolução, obtém hoje, em homenagem à data, outra vitória lendária.
Embora cada ação hostil do Governo dos Estados Unidos contra Cuba acrescente pontos ao cinismo da potência imperial, a notícia do pedido de novos fundos para financiar a subversão na Ilha maior das Antilhas não é incomum ou surpreendente.
Sala de Atos da Biblioteca Nacional José Martí, 16 de junho de 1961. Um grande grupo de escritores e artistas atende ao apelo da direção do Governo revolucionário para apresentar critérios, satisfazer preocupações, esclarecer dúvidas e problemas e abordar questões relacionadas à criação artística literária e sua promoção.
Existe um pequeno país que se banha nas águas do Caribe. Um país tão pequeno como Davi, mas com a mesma coragem para enfrentar gigantes. Existe um pequeno país que lutou e luta. Há um pequeno país que se veste de verde oliva.
Crianças nasceram neste país, crianças que lutam atrás de um microscópio. Crianças em jalecos brancos.
Há um país que fez uma façanha, uma façanha incomensurável e curativa. Que lúcido apostar nas nossas vacinas!
Hoje está em votação na ONU a resolução apresentada por Cuba contra o bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos. O Granma Internacional oferece aos seus leitores os efeitos durante o período de abril a dezembro de 2020. Esses dados foram anexados ao documento anteriormente feito que inclui de abril de 2019 a março de 2020, que não pôde ser apresentado no ano passado devido às restrições impostas pela pandemia Covid-19
Quando o menino Elián González voltou a Cuba, há 21 anos, sua imagem já viajava pelo mundo, as relações com os Estados Unidos continuavam tensas e a ilha entrava em um novo programa de transformação.
O menino de seis anos estava voltando para sua terra natal depois de perder sua mãe em um naufrágio, ser sequestrado no estado da Flórida, nos Estados Unidos, e depois de sete meses de disputas jurídicas e políticas entre nações a 90 milhas uma da outra.
Rompendo a solenidade do momento, como uma onda que ganha força, o clamor foi aumentando e, aos poucos, a Praça da Revolução se tornou um coro gigante com uma única frase: Eu sou Fidel.
Era a terça-feira, 29 de novembro de 2016, e o povo de Havana, em representação de toda Cuba, se reunia ali para homenagear o Comandante invicto que partia para a imortalidade.
Fidel Castro não foi só um renovador permanente dos métodos de luta revolucionária, foi, igualmente, um sonhador que teve a sorte de ver realizadas as mais belas utopias.
Bem se sabe que seu caráter irrequieto e rebelde desde a própria infância contribuiu para sua rápida maturidade política. Apenas com 21 anos, como presidente do Comitê Pro-Democracia Dominicana da Federação dos Estudantes Universitários (FEU) impulsionou ações para exigir a demissão do ditador dominicano Rafael Leónidas Trujillo, e fez parte de um projeto militar para derrocar o tirano militar.
Quando na ficha escolar do Colégio de Belén estava escrito que (...) «Fidel tem madeira e não faltará o artista», talvez ninguém tenha pensado no extraordinário pacificador que aquele jovem que iria estudar Direito iria se tornar e de quem não havia dúvida de que encheria «o livro de sua vida de páginas brilhantes».
O raciocínio de José Marti fala de como, desde a infância, os traços de caráter aparecem nas atitudes, para posteriormente forjarem-se na idade adulta, e na criança Fidel apareceram até os sentimentos de justiça, rebelião e dignidade.
Aos 19 anos, com o bacharelado nas mãos, uma menção singular apareceu no anuário dos licenciados do Colégio de Belén, uma premonição: «Ele conseguiu conquistar a admiração e o carinho de todos. Estudará Direito e não temos dúvida de que encherá o livro de sua vida de páginas brilhantes. Fidel tem madeira e o artista não vai faltar».
Ela poderia ter se contentado com a beleza, a inteligência e o conforto material que herdou do berço e, no entanto, a essência que habitou sempre nela foi a de sua profundidade humana, a integridade de sua personalidade, seu desejo criativo e aquela capacidade tanto sua para fazer o extraordinário parecer simples.
Ela foi capaz de viver como uma «princesa» e escolheu ser uma rebelde; pôde ter dado as costas à dor alheia sem nada e, no entanto, preferiu enfrentar a opressão sofrida pelos pobres de sua terra, com os quais se propôs «compartilhar sua sorte».