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Muitas pessoas perguntaram, ao longo dos anos, de onde provinha a energia inesgotável do líder histórico da Revolução Cubana. Como é que esse homem excepcional conseguia andar sem descanso, sem tréguas, com seu nobre pensamento colocado sempre em prol do bem-estar do seu povo, na possibilidade de um mundo em que todos coubessem, com direitos e oportunidades para todos.
Foram poucas as figuras da história contra as quais foi empregada uma maquinaria de demonização como a que foi utilizada contra Fidel Castro; talvez com nenhuma tenha sido gasto tanto dinheiro, não somente para liquidá-lo fisicamente, mas também para exterminá-lo moralmente. Lançaram mão de pós para deixá-lo sem sua lendária barba, até substâncias para que começasse a rir sem controle diante do público, elaboradas nos laboratórios da CIA.
● O mundo vive tempos difíceis; Cuba, que faz parte dele, também. Após um ano de árduas batalhas, em que os vizinhos do Norte apertaram o pescoço desta pequena Ilha, que não se ajoelha perante o jugo imperial dos Estados Unidos, chegou a pandemia ao país, em meados de marco.
Muitas pessoas perguntaram, ao longo dos anos, de onde provinha a energia inesgotável do líder histórico da Revolução Cubana. Como é que esse homem excepcional conseguia andar sem descanso, sem tréguas, com seu nobre pensamento colocado sempre em prol do bem-estar do seu povo, na possibilidade de um mundo em que todos coubessem, com direitos e oportunidades para todos.
Fidel sempre nos acostumou a travar batalhas e vencê-las. Sempre se adiantou, como grande estrategista, a todas as variáveis que se podem apresentar em um combate. Preparou as forças, concebeu os palcos, estudou o inimigo e sempre esteve à frente de sua tropa.
Hoje, de lá da rocha monolítica, extraída das raízes da Serra Maestra, enxerga o que se faz, o que resta por fazer, as imperfeições e a vitória.
Foram poucas as figuras da história contra as quais foi empregada uma maquinaria de demonização como a que foi utilizada contra Fidel Castro; talvez com nenhuma tenha sido gasto tanto dinheiro, não somente para liquidá-lo fisicamente, mas também para exterminá-lo moralmente. Lançaram mão de pós para deixá-lo sem sua lendária barba, até substâncias para que começasse a rir sem controle diante do público, elaboradas nos laboratórios da CIA.
Foram poucas as figuras da história contra as quais foi empregada uma maquinaria de demonização como a que foi utilizada contra Fidel Castro; talvez com nenhuma tenha sido gasto tanto dinheiro, não somente para liquidá-lo fisicamente, mas também para exterminá-lo moralmente. Lançaram mão de pós para deixá-lo sem sua lendária barba, até substâncias para que começasse a rir sem controle diante do público, elaboradas nos laboratórios da CIA.
Foi outro dia 6 de outubro e à memória dos cubanos voltou a recordação de um crime hediondo que em 1976 encheu de luto todo o povo. Uma e outra vez, a voz desesperada do piloto, a explosão no ar, as lágrimas e o desconsolo dos familiares durante o enterro, o discurso inesquecível de Fidel durante o luto...
Neste último ano a gente te viu cavalgar, como guerreiro invencível, no combate a uma epidemia a cujas consequências você se adiantou com a sua visão de futuro, quando você encheu a Ilha de médicos e centros científicos para poder fazer face, com a ciência, às muitas doenças que chegam através do tempo.
No parque Trillo, da capital cubana, teve lugar no domingo, 29 de novembro, um ato patriótico de muita força, em defesa da dignidade da Pátria, perante outra manipulação desenhada contra a Ilha a partir dos Estados Unidos, e rejeitada com energia por milhares de jovens, junto ao presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez.
Foi um ato em defesa da Revolução diante de uma nova canalhada.
A pequena Angie nos disse: «Agora sei ler». E a mãe, professora, não escondeu o orgulho quando a menina destacou: «e faz muito tempo».
Em Cuba, ela não é exceção. São mais de dois milhões de crianças, adolescentes, jovens e adultos que estão nas salas de aula, recebendo o conhecimento, o direito de saber, um dos mais preciosos anseios do ser humano para se desenvolver e ser livre, como nos deixou José Martí.
Para quem mora em Ancash, Arequipa, Moquegua e Ayacucho, Cuba nunca será alheia a eles. Lá os médicos cubanos, por mais de seis meses, lutaram a Covid-19 com o espírito com que há 50 anos outros compatriotas assistiam, nessa mesma geografia, às vítimas de um terremoto.
Foi essa essência humanista que o presidente cubano Miguel Díaz-Canel Bermúdez evocou, em seu discurso de boas-vindas –por videoconferência– à brigada formada por 84 profissionais de saúde que chegaram em 21 de dezembro à Pátria.