Artigos e Reflexões
A longa luta em favor da igualdade e da justiça social foi iluminada com a vida e o exemplo de Martin Luther King, cujo pensamento e obra cativam atualmente milhões de pessoas no mundo e é o que, segundo a minha opinião, explica que um cidadão negro, num momento de profunda crise, foi eleito presidente dos Estados Unidos.
Por isso um novo encontro com o Caucus Negro adquiria para mim, pessoalmente, especial importância. Acompanhava os detalhes de sua estadia em Cuba por intermédio dos companheiros que os atenderam durante a visita, as idéias básicas da organização congressional e as…
Quando se tornaram mais ferrenhas as pressões e ações anti-cubanas da administração Bush contra as viagens e a presença em Cuba de pessoas sob a jurisdição dos Estados Unidos, legisladores do Cáucus Negro se dirigiram ao Secretário de Estado, Colin Powell, e conseguiram assegurar a licença que permitisse legalmente aos jovens norte-americanos continuarem seus estudos de Medicina em Cuba, que já tinham iniciado.
Talvez Powell, chefe militar de grande autoridade e prestígio, tivesse sido o primeiro Presidente negro dos Estados Unidos, mas ele renunciou a ser nomeado por respeito a sua…
Não é preciso enfatizar o que sempre Cuba tem dito: não tememos dialogar com os Estados Unidos. Também não precisamos da confrontação para existir, como alguns tolos pensam; existimos precisamente porque acreditamos em nossas idéias e nunca tememos dialogar com o adversário. É a única forma de procurar a amizade e a paz entre os povos.
Quem será responsabilizado por isso? Quais são aqueles que agora exigem nossa exclusão? Será que não se compreende que os tempos dos acordos excludentes contra nosso povo ficaram bem atrás? Haverá importantes reservas nessa declaração subscrita por chefes de Estado para que se possa compreender que apesar das mudanças atingidas em duras discussões, existem idéias que para eles são inaceitáveis.
A crise está indissoluvelmente unida ao sistema capitalista, de produção e distribuição. Seu principal expoente, os Estados Unidos, tem sofrido duas grandes crises no decurso de sua história, que golpearam sua economia durante períodos de mais de 20 anos. Esta é a terceira e só se recuperará dela muito lentamente. A Europa sabe disto por amarga experiência própria.
Hoje começou a Reunião Cimeira do G-20. Os especialistas em temas econômicos têm realizado um esforço enorme. Alguns com experiência em importantes cargos internacionais; outros, como estudiosos investigadores. O assunto é complexo, a linguagem é nova e exige a familiarização com os termos, os dados econômicos, os organismos internacionais e os líderes políticos mais influentes a nível internacional. Por isso temos o afã de simplificar e explicar de um modo que se compreenda bem o que está a acontecer em Londres, segundo a minha visão.
A crise financeira não é o único problema, há outro pior porque tem a ver não com o modo de produção e distribuição, mas com a própria existência. Refiro-me à mudança climática. Ambos estão presentes e serão discutidos simultaneamente.
“A operação Milagre devolveu ou melhorou a visão, a partir do ano 2006, a 19 mil 496 peruanos, 16 mil 907 no Centro Oftalmológico de Cuba na Bolívia e 2 mil 589 no Centro Oftalmológico de Cuba no Cuzco que iniciou os trabalhos no dia 15 de dezembro do ano 2008.
Mais de 180 países do mundo não estarão presentes na reunião de Londres. Não é por acaso que se afirma que ali só estarão os representantes das 20 maiores economias do mundo. Não obstante, entre elas existem contradições profundas, tanto dentro dos próprios países ocidentais quanto entre estes e os emergentes, que levam a cabo a batalha contra a crise financeira a favor de seu direito ao desenvolvimento.
Da reflexão tomada de CubaDebate publicada em nossa imprensa na segunda-feira 30, titulada: “A China, a futura grande potência econômica”, a maioria dos telexes internacionais informaram apenas o relativo às minhas críticas às declarações de Biden, em Viña del Mar. Só EFE dedicou umas linhas no final de seu despacho, ao tema principal do artigo. Reconhecer o crescente papel da China na economia mundial resulta um gole amargo para Ocidente.
“Os fatos são evidentes e demonstram que comparativamente com outras economias importantes, o governo chinês tem adotado medidas políticas pontuais, firmes e eficazes, demonstrando a vantagem de seu sistema…”
Mais claro nem a água: as idéias do velho império espanhol em muletas, tentando ajudar o corrupto, cambaleante e genocida império ianque.
Nada aprenderam, nem a superpotência Estados Unidos nem a minipotência espanhola a respeito da heróica resistência de Cuba ao longo de mais de meio século.