"Os educadores são e tem de ser vanguardas da libertação dos nossos povos, no verdadeiro sentido da palavra, no intuito de conseguir a independência, vanguardas da integração dos nossos povos mais do que soldados"
 
 

“A independência não é uma bandeira ou um hino ou um brasão; a independência não é uma questão de símbolo, a independência depende do desenvolvimento, a independência depende da tecnologia, depende da ciência no mundo de hoje. Como é que podemos conseguir isso sem educação?

"O mundo precisa de uma certa direção para fazer face às suas atuais realidades. Já somos 6 bilhões de habitantes no planeta. É quase certo que em apenas cinco décadas mais, seremos 9,5 bilhões. Garantir alimentos, saúde, educação, emprego, roupa, calçado, teto, água potável, eletricidade e transporte para tão extraordinário número de pessoas que viverão precisamente nos países mais pobres, será um desafio colossal".

“Sem esses anos de que dispomos para educar, plantar idéias, consciência, sentimentos de profunda solidariedade no seio do povo e um generoso espírito internacionalista, nosso povo não tivesse tido forças para resistir.”

"Formamos os nossos desportistas para que sirvam ao povo, para que tragam alegria ao povo, glórias para o povo, honra para o povo, e podemos dizer dos nossos atletas, em primeiro lugar, que contribuíram com muita glória e muita honra, infinitas satisfações e alegrias para o nosso povo".

"Acho que mais do que armas o que os povos precisam é de idéias. A mudança de um tipo de mundo global, desumano, insustentável, que ameaça a vida do planeta, por uma ordem social justa e humanitária que ofereça à humanidade uma oportunidade de sobreviver; um mundo que possa ter um pouco de água potável; um mundo que disponha do ar que possa respirar; um mundo que possa adquirir os alimentos necessários; um mundo que com a sua rica tecnologia seja capaz de produzir os tetos que precisam as pessoas para viverem, as escolas que necessitam as crianças para se educar, os remédios para preservar a saúde dos seus habitantes, a assistência médica indispensável para todos, crianças, jovens e anciãos".

“Dir-lhes-ei em primeiro lugar, que nem na segunda metade deste século, nem na primeira, nem nalguma outra época da história, um país, e neste caso um país do Terceiro Mundo, e ainda por cima bloqueado economicamente pela potência mais poderosa e mais rica da Terra, flagelado, agredido de mil maneiras diferentes, fez pelo desporto, nem atingiu os avanços que num brevíssimo espaço de tempo, fez e alcançou Cuba”.

"Lutaremos contra essa infame lei, infame e criminosa lei. Não descansaremos até que não seja abolida. Só assim teremos a certeza de que milhares de crianças inocentes não serão desenraizadas ilegalmente da sua pátria, da sua escola, da sua identidade e submetidos a riscos mortais ou à própria morte. Junto dos seus pais, e pelas vias legais e seguras, e por muito que nos doer, a Revolução respeitará como algo sagrado o direito dos nossos cidadãos ao Pátrio Poder, partirem com os seus filhos para outros países, optar por outra identidade, outra educação, outra cultura, outra bandeira".

“Cuba é o país que, no mundo, mais colabora para o desenvolvimento do desporto do Terceiro Mundo; o número de instrutores contratados que trabalham em países irmãos realizando um excelente trabalho aumenta, e continuamos a inscrever novos alunos e futuros instrutores. Os nossos instructores formam atletas que competem com os nossos, a alto nível, e continuaremos a fazê-lo”.

“Me pergunto se poderia existir algum outro país no mundo que se tenha consagrado de tal forma ao ser humano, a educar a todos os cidadãos, que agora, já numa etapa superior, os estamos levando a todos para uma cultura geral integral que, entre outros elementos, possuem alguma coisa que lhes falta a muitos países desenvolvidos, porque ser ricos não significa ser cultus, ser desenvolvidos não significa ser cultos.”

Não pode existir uma educação ou uma medicina grandemente desenvolvida, e até um esporte amplamente desenvolvido sem o apoio da ciência.

"Falar de exercício e falar de esporte não é falar de campiões olímpicos e mundiais, é falar de bem-estar diário e constante, é falar de plenitude de saúde, é falar da capacidade de estudo e de trabalho; falar de educação física e esportes é falar de uma ciência, de uma atividade universal".