Escreve da capital mexicana a Haydée Santamaría, enviando-lhe um recibo da informação que recebeu dela a 6 de setembro. Comenta, entre outras coisas, as notícias sobre o comportamento traiçoeiro de Raúl Martínez Ararás e de outro pequeno grupo de desertores.
Nesse mesmo dia, escreve a Melba Hernández e aos companheiros da Direção Nacional, informando-os do trabalho que está a fazer e dos novos contactos que estabeleceu. Envia uma cópia da sua resposta à Acción Cívica Cubana de Nova Iorque.
Cronologia
Parte da Cidade do México de autocarro para Mérida, Yucatán, para se encontrar com o dirigente da Ação Libertadora, Justo Carrillo Hernández, que vem de Havana.
Realiza uma entrevista com o dirigente da Ação Libertadora Justo Carrillo no sítio arqueológico Maia de Chichen Itza.
- Envia, desde a Cidade do México, uma carta ao emigrado cubano Moisés Crespo, censurando de maneira bem crítica algumas falhas na organização do recém constituído Clube Abel Santamaría de Nova York.
- Escreve carta à comissão executiva do Clube Patriótico 26 de Julho, de Nova York, na qual reclama não haver recebido resposta à sua missiva de três semanas antes e orienta novas acções, para a distribuição dos documentos do Movimento.
- Reúne-se, no restaurante Sorrento, da capital mexicana, com o comentarista de rádio e presidente do Movimento da Nação José Pardo Llada, e o doutor Raúl de Juan, dirigente dessa organização. Está acompanhado de Jesús Montané e Melba Hernández.
A revista Bohemia publica o seu artigo “Frente a todos!", escrito em 25 de Dezembro de 1955, o qual causa um profundo impacto na opinião pública.
Envia uma missiva, desde a Cidade do México, a Luis García Leal e demais companheiros do Clube Patriótico 26 de Julho de Bridgeport, expressando as impressões negativas que tinha, até aquele momento, sobre o trabalho da emigração cubana nos EUA, e reconhecendo o trabalho particular desse clube.
- Morre em Birán o pai de Fidel, Ángel Castro Argiz
- Junto de Raúl Castro, Camilo Cienfuegos, Ernesto Guevara e outros 78 expedicionários parte rumo a Cuba do porto mexicano de Tuxpan a bordo do iate "Granma", com a intenção de reiniciar a luta armada nas montanhas da Sierra Maestra.
- Levantamento em Santiago de Cuba das milícias do Movimento 26 de Julho, sob a direção de Frank País, para apoiar o desembarque do Granma (previsto para esse dia) e desse jeito distrair as forças da tirania. A ação marca o começo da insurreição armada popular contra a ditadura batistiana.
- Após uma viagem acompanhada do mal tempo e do excessivo peso, o iate "Granma" com seus 82 expedicionários chega a Los Cayuelos, perto de Playa Las Coloradas, na costa sul oriental de Cuba, território pertencente à atual província Granma. É reiniciada a luta revolucionária.
- O destacamento expedicionário é surpreendido pela aviação e o exército batistiano em Alegría de Pío e fica totalmente dizimado e disperso.
- Fidel, Raúl e outros seis expedicionários sobreviventes se reencontram no lugar conhecido como Cinco Palmas. Pleno de otimismo apesar dos infortúnios, Fidel exclama: Agora sim ganhamos a guerra!