Quando aconteceu a desintegração da União Soviética, que foi para nós como se deixasse de sair o sol, a Revolução Cubana recebe um golpe demolidor. Não só se traduziu Numa cessação total dos fornecimentos de combustível, materiais e alimentos; perdemos os mercados e preços atingidos para os nossos produtos no duro acometimento da luta pela soberania, a integração e os princípios. O império e os traidores, plenos de ódio, afiavam os punhais com os que pensavam passar a faca aos revolucionários e recuperar as riquezas do país.
Lula me lembrou com calidez a primeira vez que visitou nosso país no ano 1985 para participar de uma reunião convocada por Cuba para analisar o angustiante problema da dívida externa, em que expuseram e debateram os seus critérios os representantes das mais variadas tendências políticas, religiosas, culturais e sociais, preocupados pelo asfixiante drama
De forma espontânea decidiu visitar Cuba pela segunda vez como Presidente do Brasil, embora a minha saúde não lhe garantisse um encontro comigo.
Não votou nas eleições do domingo passado. Estava registrada no mesmo  município: Plaza de la Revolución. Ela foi embora silenciosamente na sexta-feira; ninguém imaginou que seria tão rápido.
Não votou nas eleições do domingo passado. Estava registrada no mesmo  município: Plaza de la Revolución. Ela foi embora silenciosamente na sexta-feira; ninguém imaginou que seria tão rápido.
Os cabogramas anunciaram-no com antecedência. No dia 6 de Janeiro informavam que Bush viajaria para o Oriente Médio logo a seguir de seu cristão descanso de Natal. Visitaria as terras dos muçulmanos, de outra religião e cultura à qual os europeus que viraram cristãos, declararam a guerra, por infiéis, no século XI de nossa era.
Refiro-me a uma mulher chilena, Elena Pedraza, especialista de alto nível em reabilitação. Há mais de 40 anos fez a sua primeira visita a Cuba. Allende, médico de profissão, ainda não era  Presidente do Chile. A Revolução Cubana não tinha completado 8 anos, mas formava a toda pressa professores, médicos, fisioterapeutas e especialistas em saúde.
Estou em dívida com ele. Ontem completou-se mais um outro aniversário da sua morte física. Existem mais de quarenta versões diferentes do facto, mas todas coincidem em vários pormenores de grande interesse.
Venezuela, cujo povo herdou de Bolívar ideias que transcendem a sua época, encara hoje a tirania mundial mil vezes mais poderosa do que a força colonial da Espanha somada à da República recém-nascida dos Estados Unidos, que através de Monroe proclamou o direito à riqueza natural do continente e ao suor dos seus povos.
Chávez o disse com muita clareza no Riade: a factura de petróleo e gás dos países em desenvolvimento atinge o milhão de milhões de dólares. Propôs à OPEP, que esteve a ponto de ser dissolvida antes da chegada ao poder do governo bolivariano ―que a presidiu e preservou ao longo de 8 anos―, assumir o papel para o qual foi criado o Fundo Monetário Internacional e nunca cumpriu.
Em 15 de novembro passado fiz referência à terceira reflexão sobre a Reunião de Cúpula Ibero-americana; diz textualmente “que pelo momento não publico”. Contudo, parece-me mais proveitoso fazê-lo antes do referendo de 2 de dezembro.
Sergio e eu tivemos o privilégio de estar ali no posto de comando situado à direita da foz do rio Almendares no amanhecer do dia 15 de Abril, quando bombardeiros B-26 dos Estados Unidos da América, com insígnias cubanas e pilotos mercenários atacaram as bases aéreas de Ciudad Libertad, San Antonio de los Baños e o aeroporto civil de Santiago de Cuba, há 46 anos.