O que acontece no primeiro de maio serve para definir qual é a política de um país. Ali onde os trabalhadores estão oprimidos, ali onde a classe operária é vítima da exploração mais feroz, do Primeiro de Maio nem sequer se pode falar; seja lá onde for que o imperialismo, e os regimes exploradores que o apoiam, decidem na política de qualquer país do mundo, os trabalhadores não podem sequer reunir-se no Primeiro de Maio.
A sociedade nova não tem que ser uma sociedade baseada no medo, no comportamento por medo à lei, no bom comportamento por medo ao castigo, mas no bom comportamento por amor às boas relações, por respeito às relações que tem que existir entre os homens, entre os seres humanos que vivem em sociedade. E por isso, desde agora queremos estimular em vocês esse sentido consciente do dever, do comportamento bom por convicção, de que vocês mesmos sejam os que critiquem as faltas de seus próprios companheiros e os que apliquem sanções simples para as faltas que cometam os companheiros. Porque esse é o…
Não temos pressa. Confiamos no desenvolvimento da Revolução, no avanço dos nossos camponeses, com a educação, com as novas experiências, com as novas gerações de camponeses que se vão formando. Nisso consiste o processo revolucionário. Nessas bases existirá a aliança dos operários e dos camponeses, e isso quer dizer a aliança operário-camponesa; essa mútua ajuda, esse mútuo intercâmbio de produtos e de serviços, essa irmandade, essa união, essa confiança no porvir dos nossos trabalhadores e dos nossos camponeses, que vêem na Revolução sua Revolução, na liderança revolucionária e no Governo…
Dias atrás os soldados inimigos tinham estado apostados por todos esses caminhos, eles estavam realizando uma ofensiva contra nós. Éramos uns vinte mais ou menos naquela época. E o pior de tudo não era isso —não é que fôssemos vinte—, mas que entre os vinte tínhamos um traidor (Exclamações), um grande traidor; nosso prático se tinha convertido em traidor. E como era o único que saía, porque tinha que sair para saber si haviam mensagens, explorar os arredores, informar dos movimentos do inimigo, pois constituía aquilo um fato muito grave. E, falando nisso, por um triz estiveram a ponto de…
Eu já tenho experiência de que estas reuniões são muito longas —acho que tenho experiência de longa data em reuniões extensas— afinal, quando chega a altura de fazer este resumo ou esta conclusão, acontece, por vezes, que já as pessoas estão esgotadas e nós próprios estamos um pouco esgotados, depois de reunir durante muitas horas, e ontem tivemos uma que foi ainda mais extensa do que esta; acho que esta foi um bocado mais ligeira e mais breve.
Tornava-se necessária esta assembleia de hoje.  Não é esta a primeira ocasião que nós reunimos convosco; portanto, manifestei ao companheiro Ministro dos Transportes o nosso interesse em assistir também a esta reunião.
Em verdade, já se afastou mais da metade do público presente. Bom, tanto que falei e falei e já agora não me deixam falar aqui (SORRISOS). Em primeiro lugar, gostaria oferecer desculpas a todos, mas em primeiro lugar aos delegados convidados para a celebração do 26 de Julho e também aos companheiros que estavam a trabalhar aqui no palco, por tê-los interrompido, nunca tinha interrompido uma comédia (RISOS)  e acontece que fui mal informado —achei que o acto era às 9h00 —, estávamos numa reunião com os estudantes das escolas tecnológicas e julgava que era às 9h00.
Para nós, homens da geração presente, que tivemos o privilégio de participar nesta luta definitiva do nosso povo, a província oriental evoca datas de profunda transcendência para a nossa Revolução e nos traz a recordação, em primeiro lugar, deste 26 de Julho; de datas como aquele 30 de Novembro, 2 de Dezembro e 01 de Janeiro ; de nomes como os de Abel Santamaría, Frank País, Renato Guitart, Ciro Redondo (PALMAS), toda uma lista interminável de heróis que deram a sua vida pelo triunfo da nossa Revolução.  Por isso o significado e o interesse que tem para nós comemorar pela quarta vez este…
Esta é a terceira ocasião em que nos reunimos depois do fim da campanha de alfabetização, há menos de um ano. Neste caso nos reúne a culminação feliz de um importante esforço e de um passo de avanço revolucionário na organização da massa estudantil: o Congresso da União dos Estudantes Secundaristas que acaba de ser efetuado.
É desta forma que temos que discutir, não com fórmulas de ordeno e cumpra-se.  Não.  Discutir, raciocinar com a verdade.  Porque face à verdade, face aquilo que é razoável, não há oposição, face àquilo que é justo não há oposição.  Sempre com a razão, sempre com aquilo que é justo, sempre a discutir, a ensinar, não impondo, convencendo, com a vossa participação.
Os trabalhos deste congresso, as suas análises e as suas conclusões, demonstram a obra impressionante da Revolução no domínio da educação. E se a nossa Revolução em menos de quatro anos pode apresentar um avanço semelhante, tal indica que a Revolução marcha bem, porque uma revolução que numa esfera tão fundamental como é a educação tem atingido já tanto sucesso, evidência que essa revolução alicerça sobre bases sólidas, bem sólidas.
Os Comités de Defesa da Revolução tem realizado outras muitas tarefas, para além de actuar e de vigiar; os Comités de Defesa tem realizado tarefas no domínio da educação; os Comités de Defesa tem realizado tarefas no domínio da saúde pública; os Comités de Defesa tem realizado recenseamento de vivendas; os Comités de Defesa tem organizado os provimentos.  E dessa forma, tem sido descoberta a virtude desta organização para realizar um conjunto de actividades administrativas, económicas, e, enfim, para realizar um esforço criador para além dos seus objetivos iniciais.